Paquerinha Virtual

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B. era uma doidinha e eu amava isso nela. Morávamos na mesma cidadezinha e, no entanto, a gente nunca se viu. Às vezes eu penso que foi justamente por isso, morávamos perto demais. No fundo eu e ela estávamos ainda descobrindo a coisa toda e nossa paquerinha virtual foi um delicioso exercício de sacanagem. Nosso relacionamento foi únicamente virtual e telefone. Foram poucas, muito menos do que eu gostaria, mas deliciosas vezes que nos excitamos mutuamente.

Contatei a B. quando A. a 12000 km de distância de mim, disse que adoraria me ver trepar com uma menina diante da web cam, já até comentei sobre isso aqui. E o mais legal é que ela achou a história o máximo, se empolgou, a gente vivia comentando como faríamos. Eu vivia uma fase de fidelidade cega, mas não achava traição paquerar ou sair com a B., ele sabia, chegou até a conversar com ela algumas vezes. Só que apesar de morarmos na mesma cidade, tínhamos um grande problema, o namorado dela era ciumento e um quadradão. Sua história com meninas corria em paralelo com o seu namoro, de maneira bem distinta. Eles eram mineiros, namorados desde a adolescência, foram pra cidade estudar e dividiam apartamento com outros colegas. Ele bem machista e ela bem safadinha, amava se autodenominar assim.

Eu, ela e a web cam, vivíamos um caso de amor. Perdi a conta de quantas vezes nos masturbamos uma diante da outra. Adorávamos ver os dedos melados, a safadinha às vezes colocava o microfone bem perto da xota, só pra eu ouvir o barulinho dos dedos dela entrando e saindo. Em uma dessas vezes, ela quase que foi pega pelo namorado. Depois rimos muito, pois ela disse que ficou tão assustada que desligou o computador na hora e foi pra cama e quando ele chegou e a viu nua se masturbando perguntou com os olhos arregalados o que era aquilo e ela respondeu:

– Uma buceta, ué?! E é tua, vem comer que eu estou doidinha aqui… – e quadradinho ou não, o namoradinho não negou fogo.

Em outra vez, em uma viagem dela a trabalho, ela encontrou uma lan house, me achou on line e foi direta:

– B. que bom que eu te encontrei. Eu estou com a xota ardida de tanto que tenho me masturbado pensando em você. Estou em uma Lan House, numa cabine bem no cantinho, se masturba pra mim?! Vai… Quero ver sua xota cabeludinha e melada, coloca a cam bem pertinho.

E eu sorri, B. era uma menina safada, falava sacanagem com uma facilidade que me deixava doida de tesão. Só em ler o pedido eu já ficava melada, e a doida lá do outro lado me deixava doida com o que fazia também. De tailler preto e blusa branca, meias finas e salto alto, enfiava a mão dentro da blusa, beliscava o mamilo bem forte, chegou a tirar a calcinha e guardar na bolsa, fazendo malabarismos para se masturbar na cabinezinha da Lan House. A gente tinha tanto tesão uma na outra que gozamos em minutos, só lendo e vendo as nossas exibições. Nesse dia, ela de repente olhou para o relógio e como uma desvairada levantou, arrumou a saia e disse que tinha que ir correndo, tinha reunião em meia hora. Cliente novo. Lambeu os dedos, me estalou um beijo pela web cam e antes de desconectar, mandou essa:

– Caramba, B… Estou com o maior cheiro de xota na mão. Se o cara for viado, estou ferrada – e caiu na gargalhada saindo em seguida.

Depois que saí da cidade tentei retomar contato, mas ela também voltou pra cidade dela. Ficou ainda mais complicado. Ela e o namoradinho inclusive estavam para casar, mas… Segundo ela, ele tinha que destravar um pouco, senão nada feito. B. como sempre uma pimenta, disse que estava saindo com a nova colega de apartamento, mas que qualquer hora dessas arrastaria ele para uma farra bem gostosa a três, aliás, a quatro, o namorado da colega amava vê-las juntinhas e participar também. Às vezes fico imaginando aqui se ela conseguiu…