Mais um conto do R., ele já esteve por aqui com O Encontro e Minha Colega Inocente e Dominadora. Dessa vez, ele traz à tona mais uma vez o assunto Vingança Feminina, abordado anteriormente pela Cláudia Motta. Neste texto, R. abusa de dois fetiches tabus, o sexo anal e a asfixia erótica. Eis um texto que me deixou sem fôlego, espero que gostem.
Aproveito para comunicar que decidi de agora em diante postar os Contos Secretos (textos, relatos e contos eróticos enviados pelos leitores) sempre à s sextas, ok!? O que não impede de extraordinariamente postar em qualquer outro dia, mas até mesmo para organizar esta suruba, a princÃpio, Contos Secretos toda sexta-feira. Segue o ótimo texto do R.
Reencontro, prazer e… Vingança! – Texto enviado por R.
Alberto conhecera Sueli na inauguração da boate. O corpo dela não saia do seu pensamento e ele ficou o dia seguinte pensando nos traseiros dela durante a leitura do jornal. Compareceu à reunião curtindo as lembranças dela rebolando. Ficava imaginando como seria seu sexo, será cabeluda ou raspada?.
Beto, como era conhecido, não conseguia se concentrar nos seus afazeres. Precisava encontrar e comer aquela morenaça. Ligou, marcou um encontro.
Noite perfeita! Jantar maravilhoso no restaurante japonês, carro do ano, espetáculo divino digno da Broadway e um motel com tudo que teve direito.
Ele realizou todos os desejos. A teve de forma egoÃsta, egocêntrica. O que importava era seu prazer e sua companheira de cama seria apenas mais uma na sua longa lista de conquistas.
Sueli demonstrou estar louca para dar a bunda. Alberto não pensou duas vezes, ele ficou alucinado ao vê-la de quatro pronta para ser penetrada. Sem os devidos cuidados para criar o clima necessário para receber o precioso presente, ele enfiou com tudo e ela reagiu com um gemido de dor.
Ela sugeriu mudar de posição porque gostaria de oferecer um prazer único e inesquecÃvel. Ele sentou-se e ela veio por cima e sentou-se de frente para ele. Sueli aconselhou que ele observasse bem os olhos dela. Ele quase gozou ao ver a expressão de dor nos olhos dela enquanto o anus dela recebia aquele membro bruto.
Olhar os olhos dela enquanto comia sua parte mais Ãntima era muito excitante. Para Alberto, Sueli só podia ser masoquista para gostar de sofrer e se humilhar.
Eles se olhavam firmemente e ela pegou um lenço de seda muito macio e colorido e foi colocando delicadamente no pescoço dele e começou a sufocá-lo.
Alberto reclamou que ela estava apertando demais, e ela respondeu que o maior prazer do mundo é o momento da quase morte no enforcamento. Ele achava estranho, mas se ela garantia tanto prazer, ele não dispensaria ter o melhor orgasmo da vida dele, ainda mais, dentro do cuzinho dela.
A agonia provocada pelo lenço estava demais e, de repente, ele sentiu seu pênis inchar e aumentar de volume, com conseqüente ejaculação no túnel profundo de Sueli, um prazer jamais sentido.
Foi o último prazer da vida dele. Ela sentira um estranho prazer, o gozo do sexo brutal e a satisfação da missão cumprida. Ela tirou o lenço suavemente do seu pescoço, acendeu um cigarro e carinhosamente deixou de presente um artigo de jornal do mesmo dia e mês, mas publicado há uma década, sobre o resultado de julgamento em que um executivo bem sucedido foi inocentado da acusação de estupro de uma menor por absoluta falta de provas e testemunhas.