A colaboração de Cláudia Motta já virou uma doce rotina por aqui, mas quanto ao conteúdo de seus contos eróticos podemos esperar tudo, menos rotina.
Ela já falou sobre hÃmen complacente, virgindade masculina, menage MMF (dois homens e uma mulher), sexo vendada… Ufa! Quanta coisa. E quando a gente pensa que ela já falou de tudo, eis que a moça vem com mais uma, dessa vez, uma doce vingança feminina.
Vingança Doce – Texto de Cláudia Motta
Beijava bem, tinha as mãos suaves e macias. Suavemente foi acariciando meus seios, enquanto beijava meu pescoço.
Tirou suavemente minhas roupas. Desabotoei sua camisa e a primeira coisa que vi foi uma tatuagem nas costas. Um dragão! Pensei: – Hum! Será que ele é tão quente quanto esse dragão? Se for, promete rs.
Agora, já estávamos nus. Suas mãos percorriam meu corpo e minha mão segurava firmemente o seu pau.
Suavemente, ele beijava o meu sexo, muito suavemente… E pensei: – Cadê o fogo do dragão?
Tentei acender o fogo chupando o seu pau, mas ele me interrompeu dizendo:
– Não! Se você continuar vou gozar já!
– E daÃ?
– Daà que…
Parou de falar e logo estava dentro de mim e de fato, rapidamente gozou. E eu? Bem, posso dizer que o teto do quarto do motel tinha uma cor mostarda horrÃvel!!
Ele saiu de cima de mim assim que gozou e tentando se desculpar falou:
– Esperei tanto tempo por isso que não consegui me segurar.
Pensei: – Já esperava. Essa desculpa é “um clássico” entre os homens, só perdendo para Não sei o que houve. Isso nunca aconteceu comigo.
– Então tá. Vamos embora?
– Já? Não podemos tentar de novo?
– Não hoje. Estou com pressa.
Uma coisa que aprendi é que quando isso acontece o melhor é não insistir, pelo menos não na hora, porque o tesão fica muito aquém do necessário e a preocupação com a performance compromete tudo e no final acaba sendo péssimo para os dois.
SaÃmos e a volta foi silenciosa. Um silêncio quase que palpável!
– Tchau!
– Te ligo.
– Me liga.
Tempos depois entrei em sua sala após um belo almoço juntos, tratamos de negócios e ele meio sem graça falou:
– Me dá outra chance?
– Dou. Mas tem que ser agora!
– Agora? Aqui?
– É. Respondi trancando a porta e sorrindo maldosamente, ele nem imaginava o que estava pretendendo fazer.
Puxei-o pela camisa e dei-lhe um puta beijo, enquanto acariciava por cima da calça o seu pau, ele gemeu, eu sacanamente perguntei:
– Tá gostando? Espere que o melhor está por vir…
Levei-o até a mesa e fiz com que deitasse…
Abri a braguilha de sua calça e comecei a suavemente massagear o seu pau.
Implorando ele dizia:
– Vai! Mais rápido!
– Não. Chega! Tenho que ir.
– Como ir? E eu? Como fico?
Sarcasticamente respondi:
– Como você fica? Hum, deixa eu pensar…. Já sei: Olhando para o teto! Aliás precisa trocar a cor. Esse azul é muito brochante!
Dirigi-me para a porta, destranquei e sai. De relance vi que ele continuava deitado sobre a mesa com o pau na mão. Até hoje não sei se ele trocou a cor do teto da sala, mas imagino que a cor azul para ele traga amargas lembranças, enquanto para mim transformou-se em uma cor absurdamente doce…..
Up Date:
Acabei de comentar no Considerações Diversas uma história divertida de uma trepada que não deu certo e lembrei de uma história minha que também me deixou louca por uma vingança, mas que eu não fui tão espirituosa… risos