
M. é meu masoquista de plantão e mesmo quando eu digo “Nunca mais quero saber de SM!â€, ele resignado apenas concorda, “Sim, Senhora!â€. Em quase dois anos já tivemos muitas idas e vindas, mas nunca o adeus foi pra sempre, apenas até a próxima vez. Juntos somos Rainha e escravo, separados somos homem e mulher, sobretudo amigos. É meu conselheiro e grilo falante quando preciso, mas principalmente objeto de uso quando tenho vontade.
Nos encontramos uma certa tarde e ele tinha um enorme sorriso no rosto, “Trouxe umas coisinhas, a Senhora vai adorar†quando abriu a pasta havia um saco preto todo lacrado com fita adesiva que depois de aberto pude ver que estava repleto de velas, correntes, pregadores de roupa, cadeados e algemas. Realmente, terÃamos festa e aquilo me dava algum alento, já que aquela tarde eu estava especialmente chateada, pois havia torcido o pé e arrebentado uma sandália nova. Sem contar a TPM, eu estava uma pilha de nervos. Masoquistas especialmente amam este meu perÃodo mais intransigente.
M. é interessante, se perguntar a ele se gosta de ser masoquista, dirá que odeia. Queria profundamente ser diferente, tanto que casou e constituiu famÃlia com uma mulher que simplesmente abomina os estranhos desejos dele. Na época foi uma tentativa de fuga. Por outro lado, desde que se entende por gente, todas as suas fantasias sempre giraram em torno de uma mulher má que o forçava a fazer algo, flagelando-o. Este sempre foi o motivo das suas masturbações e, posteriormente, suporte fantasioso durante as relações sexuais ditas normais.
Quando estamos juntos, não preciso de muito para ter dele uma ereção sem limites e um homem que faça tudo pelo meu prazer. Basta atá-lo, imobilizá-lo e submetê-lo a pequenas dores entremeadas de momentos de prazer. Sou um contrasenso, procuro ser carinhosa e disciplinadora, levá-lo aos limites da dor e acarinhar, convencê-lo a agüentar dois segundos mais ao que é submetido, porque aquilo me dá prazer. Sem porradas gratuitas, meu maior tesão está em levar o outro a transpor os próprios limites, e tudo isso para me fazer feliz..
Atei seus punhos com as algemas, mãos para trás, qualquer esforço para se desvencilhar delas causaria apenas mais desconforto e, consequentemente, machucaria os punhos. Comecei a enrolar a corrente em seu pau, ao redor das bolas, bem justo, depois duas voltas ao redor da haste, bem próximo à base. Retornei com a corrente e com um cadeado atei naquele ponto. As correntes eram pesadas e apesar disso, o pau apontava para o teto, cheio de tesão em ser manipulado e encarcerado daquela forma. Com uma outra corrente atei sei pescoço como uma coleira de cachorro, de joelhos pelo quarto algemado e com o pau amarrado e passeou sendo conduzido pela corrente em minha mão.
Depois de joelhos à minha frente, ele observou masturbar-me, enquanto com os pés eu dava pequenos tapas em sua face e eventualmente oferecia o dedão para que chupasse. E enquanto ele chupava e eu me masturbava, zombava dele chupar meu dedão como quem chupa um pau. Com a corrente eu mantinha a distância e fixava a cabeça dele enquanto fodia sua boca com meu pé em ponta. E foi então que vendo seu pau cada vez mais duro e roxo, envolto em correntes, meus pés desceram para um footjob (masturbação com os pés). Aquela foi a primeira vez que vi um homem urrar de dor e prazer, as lágrimas escorriam e o pau não amolecia, aquilo foi me dando um tesão tão doido que gozei, sem nenhuma manipulação, apenas vendo ele ali, chorar, recebendo o carinho tão sonhado, mas em condições extremamente doloridas. E antes que ele gozasse, parei a estimulação com os pés. Passei a corrente do pescoço pelas costas dele, pelas algemas, encaixei entre a bunda, o conduzi para a cama colocando-o novamente de joelhos e de quatro diante dele ordenei: “Me fode agora!†E ele, que se considera indigno de penetrar-me, disse: “Mas Senhora, um escravo não deve comer uma Rainha com ela de quatro… Uma Rainha é superior, deve estar sempre por cima†e eu respondi que como quem tinha a corrente na mão era eu, ele me comeria como eu quisesse e naquele momento, seria daquele jeito: “Mete esse pau agora!†E com a mão eu ajudei o encaixe e ele mais uma vez gritou de dor, o pau estava extremamente sensÃvel devido as correntes.
Ele meteu o pau inicialmente com medo, cuidado e principalmente dor. Quando senti o pau todo dentro de mim, senti as correntes que envolviam seu pau roçar meu cu e buceta. Ainda com a corrente do pescoço dele em mãos, comecei a ditar o ritmo da trepada puxando-a e forçando-o a entrar e sair de mim. Não demorou muito até o meu orgasmo, intenso e louco, gritei de tesão. Enquanto ele, tentando conter-se ao máximo, pois sabe que exijo ver a ejaculação dele, disse que não agüentaria muito mais. E tão logo afrouxei a corrente e permiti que saÃsse de mim, ele gozou, caindo de lado na cama, e me pedindo desculpas por ter sentido tanto prazer. Sem saber, no entanto, que o prazer dele era também o meu prêmio.
Aos poucos tirei as correntes, provocando ainda mais dor, mas o fiz com extremo cuidado, pois quando o sangue volta a circular a dor é terrÃvel. Deixei apenas as algemas, mas dessa vez o algemei com as mãos pra frente. Recostei-me na cama abri as pernas puxei a corrente até trazê-lo bem próximo ao meu rosto, beijei sua boca e ordenei: “Agora me chupa! Só pra relaxar… Depois deste orgasmo, merecemos.â€