Eu, ele e o outro homem

Fantasias é mais um texto da nossa já colaboradora assídua Claudia Motta, nele a moça mais uma vez solta o verbo e compartilha mais um de seus momentos/fantasias. Neste caso o tão comentado e controverso menáge-a-trois MMF (dois homens e uma mulher), fantasia inconfessável de um monte de mulheres que conheço, mas não desta mocinha B. que vos escreve.

O mais interessante no texto da Cláudia é que ela começa a escrever no universo da hipótese, o como seria, mas de repente muda a narrativa para o passado, como se realmente tivesse acontecido. Fica a dúvida, ela mergulhou na fantasia de cabeça, ou realmente realizou o incomum desejo? Hummmmmm… Acho que o melhor é ler e tirar suas próprias conclusões.

Fantasias - Texto de Cláudia Motta

Fantasias sexuais fazem parte da vida de todos, nos alimentam a libido e através delas nos conhecemos melhor, falam de uma parte oculta de nossa personalidade, aquela que temos dificuldade de admitir que faz parte de nós. Aquele outro lado do espelho que na maior parte das vezes passamos nossas vidas cobrindo com um lençol, para que não possamos ver por medo de, quem sabe, ela possa sair de lá e se apossar de nosso corpo, nos obrigando a realizar as fantasias que pertencem aquele seu “outro eu”.

Pois é, eu, como muitas mulheres um dia, à toa, comecei a pensar em como seria fazer sexo com dois homens. Foi bom, mas o meu lado sério me fez afastar isso e até rir desse tipo de pensamento. Mas as fantasias são caprichosas e uma vez instaladas em nossas cabeças, parecem adquirir vida própria e esse meu pensamento perdido se tornou uma fantasia recorrente,

Como toda fantasia que se preza, era cheia de detalhes: quem seriam os homens, como seria o local, que papel cada um deles teria. Ah! Claro, como a fantasia era minha os homens envolvidos estariam ali simplesmente para me proporcionar prazer. Nada mais justo, afinal o trabalho de elaborar cenário, personagens e clima era meu, lógico que a recompensa também tinha que ser.

Tudo começaria com belo jantar romântico, romantismo é fundamental na minha fantasia, nela estariam presentes eu e o homem que conhecia e havia eleito para participar disso comigo. Enquanto estivéssemos no bar do restaurante, de preferência um bistrô francês, chegaria o outro homem, fundamental que fosse totalmente desconhecido de nós, mas absolutamente discreto e confiável. E “que me desculpem os feios, mas beleza é fundamental”, ele seria lindo, educado, gentil, um perfeito cavalheiro, uma vez que adoro esse tipo de homem, e principalmente seria inteligente. Tudo bem pode ser muita exigência, mas para a minha fantasia não estava disposta a aceitar nada menos que a perfeição, imperfeições ficam para a nossa vida real!

Conversaríamos durante o jantar, sobre assuntos gerais, nada de ir direto ao ponto, acho muito grosseiro, os detalhes seriam acertados entre o café e o licor. Sairíamos eu e meu acompanhante e o outro homem, o nosso quase desconhecido companheiro de fantasia, nos encontraria duas horas mais tarde, tempo para fazer a digestão do jantar, no flat alugado há algum tempo, para encontros ocasionais com o meu acompanhante fixo. Na verdade ele faria parte da minha vida há muitos anos, teríamos uma relação livre de obrigações e compromissos, seria ele meu maior confidente, para ele poderia contar tudo sobre minha vida. No começo nosso envolvimento seria quase que puramente sexual, com o passar do tempo iria se transformando numa maravilhosa cumplicidade a ponto de poder compartilhar com ele essa minha fantasia.

Chegaríamos ao flat e eu sentiria a necessidade de ir “me aquecendo” aos poucos; ele gentil como sempre poria uma boa música, me serviria uma bebida e sentaria ao meu lado no sofá. Como sempre acontecia em nossos encontros a conversa seria ótima e o tesão melhor ainda. Ele saberia exatamente como e onde me tocar, começaria a me beijar primeiro suavemente, vindo da nuca, eu adorava isso, passando a língua pelo meu pescoço, até me beijar sofregamente a boca. Sua língua me era tão conhecida que quase fazia parte do meu corpo. Ele sussurraria palavras nos meus ouvidos, palavras que só ele sabia o quanto me excitavam. Sentiria seu rosto roçando no meu pescoço, sentiria o seu perfume, que eu adorava, como, aliás, adorava o seu cheiro. Enquanto me beijasse deslizaria suas mãos pelos meus seios, parando um pouco nos meus mamilos que ele chupava, só para me provocar, passava as unhas nas minhas costas e suas mãos iriam descendo, descendo, até encontrar minhas nádegas, coxas e finalmente meu sexo. Eu imploraria para que ele continuasse e que seus dedos acariciassem meu sexo como só ele sabia fazer.

Mas ele me diria: – Não! Agora temos que esperar pela sua fantasia, o outro. Se continuarmos agora vai perder a graça.

Eu não agüentaria e falaria: – Foda-se! Quero você agora! Depois penso no outro!

Ele diria: – Hoje estou aqui para te amar e te servir. Que seja!

Então tiraria totalmente minhas roupas e eu as dele, deitaríamos no tapete alto e macio da sala e ele começaria a me chupar, com a eficiência de sempre, quando eu estivesse quase gozando ele me penetraria e me faria gozar loucamente com seu pau maravilhoso dentro de mim.

Depois trocaríamos um longo e profundo beijo, nos abraçaríamos e gozaríamos o prazer de sentir nossos corpos unidos em um carinhoso abraço, e assim ficaríamos, sem falar nada apenas aguardando que o ritmo de nossas respirações voltasse ao normal e ai tomaríamos um longo e demorado banho, vestiríamos nossos roupões e aguardaríamos a chegada do nosso companheiro de fantasia.

Na hora marcada ele chegou. Depois de uns minutos de conversa comecei a acertar os detalhes do que gostaria que acontecesse. A vantagem de ser o “dono” da fantasia é que se pode mandar nela, e aquela, era definitivamente a “minha fantasia”. Tudo combinado ele começou a me beijar enquanto o meu acompanhante acariciava meus seios pela abertura do roupão. Delicadamente o nosso companheiro de fantasia tirou o meu roupão enquanto suas mãos percorriam o meu corpo, tinha mãos macias, um beijo quente e gostoso, era delicado e ousado ao mesmo tempo e isso era muito excitante. Agora os três estavam completamente nus e meu acompanhante acariciava minha barriga, suas mãos que me corpo conhecia tão bem descreviam círculos em volta do meu umbigo enquanto nosso companheiro de fantasia chupava avidamente meus seios cujos mamilos estavam completamente duros. Meu acompanhante me provocava pondo o seu pau perto de minha boca, sabia que eu adorava chupá-lo, eu comecei a chupá-lo delicadamente e aos poucos aumentei o ritmo, adorava vê-lo perder o controle. Mas não hoje, ele não perderia o controle da situação, estaria disposto somente a me dar prazer. Nosso companheiro de fantasia estava me chupando e seus dedos começariam a entrar e sair de minha vagina, começando de leve e entrando cada vez mais fundo. Eu gemia de prazer enquanto ele para me provocar substituiria os dedos pelo seu pau, aliás maravilhoso forçava de leve a entrada de minha vagina, pondo somente a “cabeça” e saindo, fazendo com que eu dissesse: – Poe tudo! Quero o seu pau inteiro dentro de mim.

Mas ele não fez. Não agora! Meu acompanhante beijava meu pescoço e seios, quando o nosso companheiro de fantasia cedeu o lugar a ele e ai o pau que estava sentindo agora era aquele que tanto gostava e que já havia me dado muito prazer, enquanto ele começava um delicioso vai e vem comigo o nosso companheiro de fantasia estava de pé com seu pau ao alcance de minha boca pronto para ser chupado e eu não me neguei a esse prazer

Comecei a chupá-lo delicadamente, passando a língua pela cabeça de seu pau, enquanto com a mão começava a masturbá-lo. Ele gemia de uma forma deliciosa, não há sensação melhor para um mulher do que sentir a excitação crescente de um homem. Enquanto isso meu acompanhante me comia, intercalava movimentos lentos com rápidos, ele sabia como me enlouquecer. Fui ficando cada vez mais excitada até que implorei: – Vai gostoso! Enfia tudo de uma vez. Quero te sentir inteiro dentro de mim!!!. Ele não agüentando mais segurar o tesão, me agarrou com força e me pos de quatro, começou a me penetrar com intensidade cada vez maior enquanto puxava meus cabelos e o nosso companheiro de fantasia me dava tapas na bunda, enquanto eu continuava a chupá-lo, agora num ritmo mais intenso, mostrando que estávamos prestes a gozar. A primeira a gozar fui eu e foi um gozo como não havia sentido antes, não dá para descrever a intensidade do prazer que era saber que tinha a minha disposição dois homens absurdamente gostosos me dando um puta prazer. Meu acompanhante começou a gemer cada vez mais alto até que senti sua porra dentro de mim. Ah! Como eu adoro isso, sentir aquele líquido quente me preenchendo, ele começou a diminuir o ritmo e eu pedi que não saísse de dentro de mim. Queria ver nosso companheiro de fantasia gozar enquanto o pau de meu acompanhante estivesse em mim. E assim foi, ele não agüentando mais a excitação das chupadas saiu de minha boca e gozou, vi sua porra escorrendo por aquele maravilhoso pau. Foi uma delícia de foda!

Como estávamos cansados ficamos jogados no tapete, eu e meu acompanhante abraçados e nosso companheiro de fantasia, me acariciando as costas.

Paramos o tempo suficiente para comer alguma coisa, não a nós mesmos, pelo menos por enquanto, conversamos sobre assuntos banais, depois de uma excelente foda tudo parece banal, e ai começaríamos a conversar sobre sexo e nossa conversa foi se tornando cada vez mais picante, com relatos de fodas inesquecíveis de cada um de nós e isso nos deixava cada vez mais excitados, principalmente eu, mulheres são mais facilmente excitáveis com palavras! Eu estava deitada agora entre os dois e comecei a acariciar os dois paus ao mesmo tempo, enquanto meu acompanhante me masturbava, nosso companheiro de fantasia, acariciava meus mamilos. Da minha fantasia fazia parte masturbar dois homens ao mesmo tempo enquanto eles me masturbavam. Não agüentando mais tanto tesão implorei: – Enfia fundo esses seus dedos dentro de mim, faz com que eu goze como se você com o seu pau! Eu aumentei a velocidade dos movimentos e o masturbava com mais força e cada vez mais rápido. Ele retribuiu na hora e começou a ir mais fundo e mais rápido dentro de mim. Enquanto isso nosso companheiro de fantasia acariciava meus seios, suas mãos desciam pela minha barriga e os dedos dele passaram a dividir meu sexo com o meu acompanhante. Essa mudança de mãos estava me enlouquecendo, sabia de quem eram os dedos que entravam e saiam de mim pelo toque, grossura e tipo de movimento, se mais lento ou mais veloz. Meu acompanhante perguntou: – Fala safada! Com a mão de quem você quer gozar? A minha ou a dele?

Eu estava loucamente excitada e tudo que queria era gozar e muito, mas dessa vez queria que o nosso companheiro de fantasia me levasse ao gozo! Respondi: – Quero a mão dele! Meu acompanhante riu e disse: – Sabia! Vadia! Gostosa! Então o outro passou a me masturbar e eu implorei: – Vai! Vai! Mais rápido! Isso! Assim que eu gosto! Nessa altura meu acompanhante estava sendo também masturbado por mim e gozou violentamente, senti sua porra escorrendo pela minha mão enquanto eu gemia e gozava loucamente, continuava a punhetar nosso companheiro de fantasia que se controlou até que eu gozasse e ai deu um gemido alto e gozou violentamente, esguichando sua porra pela minha mão e barriga. Ah! Como era boa a sensação de ter feito dois homens gozarem ao mesmo tempo!!!

Depois de descansarmos nosso companheiro de fantasia apareceu com uma venda e disse:

– Quer usar?

Usei! E o que ocorreu? Depois conto…..

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