Na vida, muitas mulheres são como Belas Adormecidas, que vivem aguardando seu PrÃncipe Encantado numa vida se contemplação e espera. Outras, também tão belas, realizam seu sonho de princesa acordadas, agindo, vivendo, experimentando, mas tentando se manter fiel ao conto de fadas real. O que muitas não sabem é que à s vezes dentro da Bela vive a Fera, sedutora e voraz, mas adormecida… O que ou quem será capaz de despertá-la, bem… Melhor ler o conto/relato de Sleepy Beast, uma leitora do A Vida Secreta que ousou contar sobre a fera adormecida.
A Fera – Texto enviado por Sleepy Beast
Sempre fui muito saidinha, desde nova… minha libido é extremamente aflorada e não media esforços para saciá-la. De uns anos para cá mudou muita coisa…conheci uma pessoa e com ela estou a alguns anos. É muito difÃcil de se segurar, mas sempre pensava que não gostaria que ele fizesse o mesmo, então me mantinha fiel até viajar para um casamento que viraria minha vida de cabeça para baixo.
No percurso até a cidade onde seria realizado o casamento, estava anciosa para ver amigos que a muito não via, fiquei as voltas com salão de beleza, vestido, maquiagem e etc… afinal de contas não poderia fazer feio depois de tanto tempo sem encontrar meus amigos.
O casamento foi maravilhoso… notei que haviam alguns homens interessantes, mas sempre desviava o meu pensamento para o meu esposo afim de nem cogitar a hipótese de cair em tentação.
Fui para a recepção apenas para familiares e amigos mais próximos e entre cumprimentos e fofocas de quase 8 anos de atraso, parei numa rodinha onde estavam alguns amigos e um desconhecido que me chamou atenção… a essa altura já eram vários copos de champagne, whisky e tudo aquilo que podia acordar quem até então estava adormecido dentro de mim.
Começamos a conversar despretensiosamente, sobre a cidade que ele morava, a minha cidade,futebol, festas… até que decidimos ir para pista dançar um pouco. Fomos em grupo e enquanto eu dançava, percebia que meu corpo pedia mais…estava faltando algo ali. Foi quando deparei com aquele par de olhos verdes desse desconhecido me olhando, observando cada movimento que eu fazia… e quanto mais eu percebia que ele observava, crescia dentro de mim uma vontade enlouquecedora de levá-lo a um lugar mais calmo e saciar a minha sede.
Foi então quando uma pessoa da famÃlia dele veio até mim para “apresentar uma pessoa”… fui, afinal de contas não custa nada conhecer novas pessoas… quando olho para a pessoa a quem seria apresentada: era o rapaz dos olhos verdes. Enquanto conversava com ele na pista reparava no movimento da sua boca, nos seus olhos, na sua respiração, e já imaginava aquela boca percorrendo cada parte do meu corpo, a respiração ficando mais ofegante, os olhos penetrando nos meus afim de enchergar meus desejos mais ousados.
Conversa vai, conversa vem ele sussurra no meu ouvido que queria beijar minha boca… nessa hora como comportas abertas de uma represa, meu desejo se sobrepos a qualquer tabu que eu tivesse criados nos beijamos com uma intensidade, com uma vontade que a muito eu não sentia… desejava sentir cada pedaço daquela boca quente e enquanto ele movimentava a lÃngua na minha boca imaginava ele fazendo o mesmo nos meus seios, meus mamilos, barriga, umbigo, coxas, até se perder na minha vagina, bebendo dela o tesão que esvaia do meu corpo.
Decidimos ficar um pouco mais longe da festa a fim de aproveitarmos mais aqueles momentos. Conversamos sobre várias coisas, mas quando começávamos a nos beijar ia aumentando mais e mais o meu tesão. Sua boca macia e a barba por fazer eram o estimulante perfeito e eu ia me entregando a cada beijo, a cada investida que nossos corpos faziam um contra o outro. Passava minhas mãos pelo seu cabelo curto e negro, cravava minhas unhas nas suas costas, nuca, perna…sempre em busca de mais. Explorei sua boca milimetricamente com a ponta da minha lingua, e ele fazia o mesmo. Os movimentos do beijo e dos nossos corpos variavam numa intensidade louca… uma hora um beijo violento, os corpos mais colados, as mãos apentando os músculos como que impedindo que aquele momento acabasse.
A festa já tinha acabado e nem percebemos, e eu tinha que ir para casa… voltaria no dia seguinte para minha cidade e ao mesmo tempo que desejava senti-lo dentro de mim, acreditava não poder dar contÃnuidade aquilo… era loucura…tinha que acalmar novamente a fera dentro de mim. Passei para ele o meu telefone (tinha certeza que ele não ligaria, afinal de contas, ele como todos os homens queria apenas a trepada da noite) e pedi que ligasse, que agente poderia se encontrar antes que voltássemos para nossas vidas normais… Fui para casa atordoada com tudo aquilo, mas nem imaginava que o melhor ainda estava por vir…
Acordei sem ressaca nenhuma, mas com o pensamento longe… tinha sonhado com ele a noite toda, fazendo tudo aquilo que eu queria, que já tinha imaginado, porém que consegui conter. Deu o horário que ele falou que ligaria… passaram se 10 minutos, 20…1 hora e nada. Como tenho a teoria da trepada da noite (o cara te escolhe para ser a trepada da noite…se for boa tem chancer de se repetir, se não for, esqueça e se nem trepar pior ainda… ele vai considerar a maior perda de tempo…) imaginei que ele não ligaria mesmo… mas ligou.
Me arrumei mais que depressa para ir encontrá-lo… quando cheguei até a casa da familia dele estava muito sem graça… mas o que eu estava buscando compensava qualquer vergonha que eu poderia passar. Fizemos uma horinha pra tentar despistar o que era mais que óbvio.
Falei que iria descer para fumar e ele claro se ofereceu para me acompanhar. Foi a conta de chegarmos até a garagem do prédio para darmos continuidade a tudo que tinha acontecido na noite anterior (sem direito a whisky ou derivados). Começamos a nos beijar com vontade… passava a mão pelos cabelos dele, pela nuca, sentindo sua respiração ficar ofegante… mordia seus lábios com vontade, ele me puxava mais perto do corpo dele e eu me esfregava querendo sentir seu pênis duro. Encostamos em um carro e começamos a explorar um o corpo do outro.
A cada toque dele eu me abria mais e mais, sentindo minha calcinha molhada e minha vagina latejando pedindo mais… começei a tocar seu pênis ainda dentro da calça, sentindo ele duro como uma pedra e me esfregando cada vez mais nele. Quanto mais eu esfregava mais longe eu queria ir… sua lingua ia cada vez mais fundo na minha boca e eu já imaginava ele me penetrando, com força… com vontade… me apertando… e as respirações mais ofegantes, com gemidos abafados seguidos de mordidas na orelha, no pescoço… até encontrar novamente a boca sedenta daquela lÃngua.
Ele abriu minha calça e passou a mão na minha vagina… quente… úmida… pronta para recebê-lo… acariciou-a várias vezes, me deixando cada vez mais louca… retirou o pênis para fora… duro… molhado de tesão e colocamos ele dentro da calça… começamos a nos movimentar…quanto mais eu sentia aquele pênis deslizando pela minha vagina, os movimentos ficando mais rápidos, bruscos… eu sabia que já tinha perdido o controle da situação… continuei procurando o meu prazer…queria gozar naquele pênis e depois fazê-lo gozar com minha mão.. controlando cada suspiro que ele desse… as mãos dele me apertavam… abraçados eu sentia a respiração dele e ele a minha… minhas unhas percorriam suas costas, sua barriga, subiam e desciam bem devagar, fazendo um caminho que o enloquecia de prazer…
Continuei a me movimentar…cada vez mais rápido…e mais… e mais… até que senti meu corpo se tremer inteiro… minha vagina latejava e eu sentia escorrer dela o meu gozo… a fera vence… mas a batalha ainda não tinha terminado… precisava fazer com que ele gozasse nas minhas mãos… peguei seu pênis nas minhas mãos…lambuzando – o no seu próprio lÃquido…deslizando a mão…para cima e para baixo…primeiro devagar e aumentando o movimento de acordo com seu gemido…com sua respiração… estava quase gozando só de ouvir aquele urro baixo…aquelas mãos me apertando…me pedindo para não parar…implorando que eu continuasse…
Continuei batendo com rapidez…pressionando levemente seu pênis e alisando a cabeça cada vez mais rápido e sentindo o pênis cada vez mais melado e duro e ele cada vez mais ofegante…quanto mais ele ofegava, sentia seu corpo estremecer e a voz quente no meu ouvido: “não para…não para…” seguido de gemidos tão deliciosos que era impossÃvel não morrer de tesão… Quando ele gozou…senti jorrar em um sua porra e ouvi o seu urro final de prazer… seu corpo estremecia…tremor de gozo… alÃvio…Outra fera vencida.
Cada um voltou para sua vida… mas eu não penso em parar essa história por ai… tenho muito a fazer ainda com ele… agora que a fera despertou ela tem planos ótimos com relação a esse mocinho dos olhos verdes…