Já falei muitas vezes em muitos lugares que quando paro pra pensar na melhor posição para dar respondo de imediato: “De quatro!â€.
Em uma época em que eu conhecia sexo como conhecia caviar (“nunca vi, não comi, eu só ouço falarâ€) assisti uma entrevista na falecida Rede Manchete com a Enoli Lara. Lembram dela? Além de musa quarentona de alguns carnavais, eu lembro que ela tinha uma bunda enorme e processou o RJ/TV por ter veiculado a mesma em sua abertura.
E voltando à entrevista, nela perguntaram sobre sexo e posições sexuais e a moça relatou que, quando jovem, gostava de observar os cavalos transando, e que achava muito sexy, ver o macho cobrir a fêmea. E que quando iniciou a sua vida sexual, a posição que mais se identificou, por puro instinto, foi a de quatro.
Não compartilho da mesma lembrança, mas compartilho que quando a gente dá de quatro é puro instinto. A mulher (ou o homem… Gays que me ajudem, please…) sente-se tomada, possuÃda. A gente se sente realmente dando! O fato de não ver o rosto do parceiro, dá margem a fantasias. O ritmo da penetração não fica por conta da mulher, o que faz da entrega um toque a mais. Até o som das batidas do corpo do outro batendo ritmado ao nosso corpo é sexy.
Acredito que para o homem também seja algo interessante. Sente-se tomando, comendo… Com a mulher de quatro a bunda empina, a cintura afina, a visão de uma fêmea de ancas largas à sua disposição é quase um presente. Os que curtem algo mais hard (homens e mulheres), tem a possibilidade de ousar. É onde os tapinhas na bunda ficam perfeitos e contextualizados e as que tem cabelos longos podem ser tomadas, domadas.
É… Talvez a Enoli Lara tivesse razão. Dar de quatro é instinto, algo quase animal, e por sê-lo é tão simples e tão gostoso.