Uma mensagem deixada na caixa de comentários do post O Tabu do Fio Terra me lembrou imediatamente do porque alguns homens tem a fantasia do Medical Fetish ou Nurse Fetish. A médica ou enfermeira impiedosa que mesmo contra a vontade do paciente, mas em nome da saúde o submete a práticas médicas, algumas até humilhantes, que no fim das contas acabam sendo excitantes, ainda que vexatórias.
Acho que o exame de próstata é uma dessas situações evitadas, pois a excitação realmente não é impossÃvel. Em alguns estados dos EUA é exigência de rotina. É fato que a estimulação direta da próstata é excitante. Se junto com isso há uma imaginação fértil e fantasias sexuais ilimitadas, o resultado é uma ereção. E não duvido que alguns cheguem até a um orgasmo involuntário.
Reproduzo a seguir o texto deixado na caixa de comentários por um leitor que assinou como Shake. O relato é descritivo, sensacional e excitante, sem deixar de ser didático. Acho importantÃssimo relatos como este, para desmistificar que as coisas só acontecem com a gente. Conheço pelo menos três amigos que já passaram por situações parecidas. Este é o tipo de comentário que poucos homens conversam entre si. Portanto, ainda bem que existe A Vida Secreta – A Biografia Não Autorizada de Todos Nós. Assim, de maneira anônima é possÃvel partilhar tais experiências.
Tenho uma hist médica para contar. Estive nos EUA há algum tempo, como bolsista. O programa requeria q eu fizesse um exame médico ante de iniciar minhas atividades, embora eu já tivesse levado um relatório médico daqui.Marquei a consulta com a médica indicada, q tinha um sobrenome latino. O consultório ficava num edifÃcio moderno, na rua tal, um prédio comum.A médica, provavelmente de ascendência portorriquenha ou mexicana tinha a pele bem morena, devia ter pouco mais de 1 metro e oitenta, e jeitão de atleta – os ombros largos, a musculatura da coxa, q dava pra ver um pouco fora da saia meio curta, uma cavala malhadora. Devia ter menos de 30 anos, um tantinho mais velha q eu, q tinha 25. Tinha um sorriso lindo, em suma – era uma gostosa. Muito simpática, procurou me por à vontade. Não tinha nenhum sotaque, devia ter nascido nos EUA.
Sem muita conversa, começou a fazer uma série de perguntas, e à medida q eu respondia, ia anotando numa formulário. Depois, pediu q fôssemos para a sala de exames, ao lado. Tirou pressão, viu garganta, pediu q eu me deitasse na mesa, auscultou coração e palpou minha barriga. Nesse ponto, virou-se para mim e disse: agora desça (step down), abaixe a calça e a cueca e se curve sobre a borda da mesa para eu poder examinar seu reto.
Respondi q eu não estava sentindo nada de errado com meu intestino, mas ela disse q isto era parte integral do exame fÃsico. Perguntei se era obrigado a me submeter, ela disse q teria q anotar no relatório q eu havia me recusado. Para não complicar, disse: OK.
Primeiro me apoiei sobre a parte larga da mesa, mas ela me indicou o lado menor. Abaixei as calças meio constrangido, mas ela se comportava com muita naturalidade. Puxou o travesseiro para o meio da maca p/ eu apoiar a cabeça.
Não sou baixo, mas tenho as pernas curtas em relação ao tronco, de modo q fiquei um pouco na ponta dos pés, as nádegas viradas para cima. Ela percebeu, me ajudou a vir com o corpo um pouco mais para a frente, aumentando o apoio na barriga, mas deixando meus pés quase no ar. Ela perguntou se assim eu ficava confortável, já explicando q se abaixasse a mesa ia atrapalhar o exame. Desculpou-se por não ter uma escadinha para eu apoiar os pés. Brinquei: esta não é exatamente minha idéia de conforto.
Vc nunca fez um exame retal no seu paÃs? Ou é porque está sendo feito por uma mulher?
Disse q nunca havia passado por isso, q os médicos e médicas no Brasil só examinam essa parte do corpo se a pessoa tem queixas determinadas.
Ela brincou: não se preocupe, vc vai sobreviver. Just relax a little bit and it will be over in a few minutes.
Como macho brasileiro, era a primeira vez q eu era posto de bruços assim, ainda por cima por 1 mulher. Pode ser q os americanos achem tudo muito normal, mas eu me sentia muito exposto, e inclusive sentia um quê de humilhação nessa situação.
Enquanto calçava as luvas logo adiante de mim, continuava a fazer perguntas, sempre mantendo a naturalidade. Já teve sangramento nas fezes, já teve alguma verminose, etc – sempre olhando nos meus olhos.
Talx em outra situação não me ocorresse olhar para suas mãos, mas eu observei q suas mãos, apesar de grandes, tinham dedos finos e bastante longos, me fazendo ver q eu seria examinado profundamente.
Após calçá-las, ela enfiou os dedos num pote grande de vaselina. Posicionou-se atrás de mim, pediu para eu separar um pouco mais as pernas. Lambuzou o sulco entre as nádegas com a vaselina fria, em grande quantidade.
Ela separou minhas nádegas com as duas mãos e aparentemente ficou examinando, procurando alguma anormalidade externa.
Em seguida, senti a ponta de seu dedo enluvado tocando no meu ânus. Senti q o estupro era inevitável, e procurei relaxar, mas acho q não consegui, pois o dedo pressionava mas não entrava. Ela me mandou fazer força, como se fosse evacuar, e esse truque funcionou, porque seu dedo esticado entrou logo em seguida.
Ela avisou: vc pode ter a sensação de urgência para evacuar, mas não se preocupe q isso não vai ocorrer.
Pediu então para eu tentar apertar o dedo dela com o ânus, o que depois vim a saber q não era sacanagem, mas uma maneira de saber se não há algum problema neurológico. Isso pôs meu músculo em contato mais Ãntimo com seu dedo, aumentando a sensação de intrusão.
Tudo o q me lembro daqueles longos minutos é q seu dedo intrometido vasculhou meu reto com movimentos circulares, e q pude sentir sua mão pressionando meu ânus, mostrando q o dedo tinha ido o mais longe possÃvel. Mas o pior vem agora: essa situação toda me tensionou muito essa mulher jovem e bonita me perturbou, apesar de um jeito um pouco masculino e impositivo q depois vi ser comum nas mulheres americanas. Conclusão: enqto esse dedo fazia das suas dentro de mim, talx porque no caminho ela tenha tocado minha próstata, comecei involuntariamente a me excitar, e num dado momento meu corpo foi sacudido por um arrepio incontrolável, como se o dedo fosse um anzol e eu um peixe fisgado, se debatendo. Acho q cheguei até a espernear um pouco, porque notei q meu pé atingiu sua perna, felizmente de leve. Ela continuou senhora da situação, insistindo: relax, it will be over in a minute. Para complicar minha situação, desenvolvi uma ereção poderosa q dificilmente passou despercebida para ela.
Qdo ela tirou o dedo disse: pode levantar , e me passou algumas folhas de papel toalha, já q minha bunda e até parte das minhas coxas estavam lambuzadas e vaselina. Ela indicou um pequeno banhº anexo à sala de exames, onde pude me secar e me vestir.
Ela disse q estava tudo bem e se comportou como se não tivesse noatado nada de extraordinário. Não resisti, e perguntei para ela se era normal ter uma ereção durante o exame retal. Ela sorriu discretamente e disse: acontece de x em quando.
Depois disso, sempre q possÃvel, qdo sinto q dá pé, dou a entender de um modo ou de outro à s minhas parceiras q sou adepto do “fio terraâ€, e qdo a corrente está ligada, lembro sempre da doutora.