Mayara um Elogio à Diferença

Hoje, um dia depois da eliminação de Mayara Medeiros, nossa querida @brancanoescuro, no Big Brother Brasil 12, li um texto tão perfeito sobre o assunto, que gostaria de ter escrito. Exatamente por este motivo reproduzo um trecho, apesar de indicar a leitura integral:

Mayara medeiros, cmo hostess na festa de fim de ano do A Vida secreta e XPlastic
“Mayara é minha personagem preferida nesse jogo. Muita gente fala que ela não se posicionava, se mantinha o tempo todo em cima do muro e que preferia, assim, o conforto dos covardes. Eu não vejo dessa forma. Vi ali uma menina (ou um ser humano) como eu também sou, que em ambiente estranho ao seu, se tranca ou vive em outro universo/ se fecha/ concorda com a maioria.

Quantos de nós não nos sentimos “estranhos” quando, por exemplo, o Facebook troca seu layout? Aquele amigo especial diz que vai viajar pro exterior? Um namoro acaba ou começa? Eu vejo Mayara nesse jogo televisivo dessa forma. Uma estranha no ninho, que estava ali não pra ganhar o 1,5 milhão, mas para provar algo para si mesma. Provar que ela era capaz e mostrar que pessoas “esquisitas” ou “inadequadas para a sociedade” (assim como eu, como tantas outras…) são de carne e osso, são divertidas e sabem viver.

Não que ela aceite ou viva na alcova (no mundo) do patinho feio, mas para a sociedade em que vivemos – preconceituosa, racista, xenófoba, homofóbica e misógina – ela era e é. Agora o Patinho se desabrocha e vai ocupar páginas, comentários e ganhar a atenção de pessoas, que talvez, se a vissem passar na rua, jamais prestariam atenção. Jamais olhariam para trás ou na cara, assim como o Cisne depois que ressurge no lago com todo o seu esplendor.”

Fonte: Jogo de afinidade – Mayara…

Para nós, amigos, May nunca foi Patinho Feio e será para sempre um cisne. Eu sigo as patinhas… Sempre!


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