Na próxima terça, dia 10 de janeiro, começa o novo Big Brother Brasil 12. E a pergunta que faço é: Quem ainda tem saco para o BBB?! Pra que assistir isso?!
Entra ano e sai ano, tudo o que vemos são desconhecidos anônimos com pretensão a pseudo celebridades, rotulados como compotas, venerados ou apedrejados por experts odiadores de uma subcultura que dizem abominar, mas que não conseguem desgrudar os olhos ou apontar o dedo.
O XPlastic fez um ótimo post sobre o assunto, comparando o programa ao cult movie da década de 30 Freaks que conta a história da relação de curiosidade e repulsa que a um tÃpico circo de horrores, atração comum na época.
Eu já admiti aqui algumas vezes que odiava amar o programa, pois apesar de detestar a estereotipação das pessoas, principalmente da sexualidade alheia, acho válido usar alguns dos temas na contramão do lugar comum, para debater e esclarecer um pouco mais.
- Trissexual, como assim?
- Viver uma vida secreta ou sair do armário, eis a questão
- Toda mulher nasce lésbica?
No entanto, essa coisa de sempre mais do mesmo desanima, e estava realmente disposta a este sequer espiar, mas… Mayara Medeiros me fez mudar de idéia.

Mayara é a queridÃssima  @brancanoescuro: twitteira, blogueira, podcaster charmosérrima, jeitinho de menina/mulher, gostosa até o último fio de cabelo, produtora faz tudo da XPlastic (menos atuar, apesar de ter gente dizendo o contrário), menina inteligente e sensÃvel, encantadora de rapazes e moças nas baladas paulistanas.
(Quem não babou por ela como hostess na festa de fim de ano do A Vida Secreta e XPlastic?)
Para muitos, ela será apenas mais uma atração freak neste circo de horrores pós moderno. Para nós, que conhecemos a mocinha, ela será um puta estÃmulo, um fôlego contra a mediocridade que impera esse nhem nhem nhém de uma sociedade “caga regrasâ€.
Torcendo aqui que a presença da Mayara no BBB, ajude a tirar um pouco mais das tarjas pretas que são impostas à sexualidade.
Nessa, nós vamos ficar de olho!
