Conheci P.S. em um desses verões da vida. Era dia de final de campeonato de vôlei, Brasil e Itália. Fomos eu e um amigo para assistir o tal jogo na casa de outro amigo, seria uma pequena farra à beira da piscina regada a churrasco e cerveja. Não éramos dez ao todo entre homens e mulheres. Na verdade, naquela época tudo era motivo pra reunião e diversão, o jogo era só pretexto. Lembro bem quando chegou. Branquinho, cabelo escuro, sorridente, educado, muito inteligente. Ele era uns sete anos mais novo que eu, mas fez diferença em meio a todos os outros. Descobri que apesar da pouca idade já havia sido casado e tinha uma filha, o menino não perdia tempo. Quando menos percebi, já estava doida para dar uns beijos nele.
Em determinado momento, aproveitando que uns saÃram para comprar mais carne e cerveja enquanto outros cochilavam na varanda, P.S. me segurou pela mão e rindo foi me arrastando para um quartinho onde o dono da casa usava para guardar bagunça. Eu sabia que ia perder a linha, mas… Já estava cheia de vontade. O lugar era horrÃvel, quente, cheio de prateleiras pelas paredes, pelo menos não era sujo e para dar uns amassos servia muito bem. Como biquÃni não é uma peça de roupa difÃcil de livrar-se, em menos de cinco minutos eu estava nua, com sua boca em meus seios e mão na minha xota. Aquele menino sabia exatamente o que fazer com mãos, boca e pau. Aliás, que pau lindo, grande, delicioso… Juro, só em lembrar a boca enche d’água.
Sem muito espaço fizemos malabarismos, mas tudo estava tão intenso, que eu confesso nem liguei. Ele recostou-se na parede enquanto me pus de joelhos à sua frente e me deliciei com seu pau, que de tão grande, era meio complicado abocanhar inteiro. E ele, muito safado, fodia minha boca segurando-me pelos cabelos, ditando o ritmo, me engasgando, literalmente fazia dela um buraco para meter aquele delicioso pau. Disse que estava cheio de tesão, que não agüentaria muito mais, perguntou se eu deixaria que gozasse em minha boca. Pedi que na boca não, mas que esporrasse em minha face ou seios, eu estava doida para sentir a porra dele em mim. E ele com as pernas trêmulas, assentiu com a cabeça enquanto eu continuei a mamá-lo, no momento certo ele tirou da minha boca e me deixou os seios, pescoço e lábios todo lambuzados.
A cena em si era deliciosamente safada. Eu ali, naquele quartinho, de joelhos, toda esporrada, nem ligava para nada, só queria um segundo tempo com aquele menino. Limpei-me com a bermuda dele mesmo e continuamos. Ficamos um tempo agarradinhos, namorando em pé e quando eu vi, ele estava novamente de pau duro, pronto pra outra. E viva a juventude! Eu pensei. Aquele menininho sabia me deixar doida. Pediu que eu me recostasse na parede e empinasse um pouquinho a bunda, ficou roçando o pau nela enquanto me falava sacanagens no ouvido. Com uma das mãos ele acariciava meus seios, mamilos, enquanto com a outra me masturbava delicadamente, lubrificando seus dedos em meu próprio suco, massageando-me com destreza, me fazendo gozar em pé, sem penetração, só sossegando quando viu que minhas pernas fraquejavam.
Nem vi quando ele colocou uma camisinha, que eu nem sei de onde tirou, pediu que me debruçasse um pouco mais e quando dei por mim, ele meteu aquele pauzão todo na minha xota melada. Com as mãos em meus quadris, ele me comia vigorosamente, enquanto eu endoidecia. Nunca soube explicar a loucura que me invade quando sou comida sem ver o rosto do outro. Viajo, vou à lua, vejo estrelas… Gozei outra vez, rápido e intensamente, enquanto ele continuava metendo forte e fundo. Sem perceber eu gemia alto e ele teve que tampar minha boca já que começávamos a ouvir barulho lá fora. Já estava quase gozando novamente. E ouvir o barulho dos outros, saber que tinha gente ali fora, bem pertinho de nós, só me dava mais tesão. Ele continuava fodendo gostoso, entrando e saindo de mim. E eu quase chorando de tesão, aquele quartinho não tinha tranca, a qualquer momento alguém podia abrir a porta e a impressão que eu tive é que ele, tanto quanto eu, só ficava com mais tesão de um possÃvel flagrante. E então, teve um momento que ele não agüentou. Meteu bem fundo e eu gozei novamente, enquanto ele gemeu baixinho, gozando alucinadamente. Recostou-se em meu corpo, segurou meu cabelo firme e bem pertinho do meu ouvido falou:
– B. que delÃcia… Que tesão! Você é muito gostosa…
– E você não é?! Fala sério… Que tesão doido!
Rapidamente me recompus, coloquei o biquÃni, esperei não ouvir mais vozes próximas e corri para o banheiro enquanto ele continuou ali no quartinho por um tempo. Toda a nossa loucura não passou de uns vinte e cinco minutos, nem chegou a meia hora. Saà do banheiro com a maior cara de pau e fui pra beira da piscina passar óleo em meu corpo e pegar sol. A grande verdade é que ninguém tinha sentido a nossa falta. Não demorou muito ele veio, tomou uma ducha e caiu na piscina. Continuamos conversando naturalmente, só que agora cúmplices do nosso delicioso delito no quarto da bagunça.
Eu e P.S. nos tornamos grandes amigos. Daqueles que saem juntos, dormem na casa um do outro, dão banho quando o outro toma um porre, se ligam diariamente e confidenciam amores e dores. Viramos cúmplices, ele colocou muitos amigos gostosos na minha fita e eu muitas amigas na dele. Pouco tempo depois ele começou a namorar sério uma amiga minha. Menina legal, que eu gostava muito, mas ela se apaixonou e morria de ciúmes de nós. Respeitei. Acabamos nos afastando, naturalmente, como a vida afasta, nunca mais sabendo um do outro. E apesar de já ter passado quase dez anos, de vez em quando eu penso, será que ele lembra daquela tarde?! Sei lá… Só sei que eu não esqueço…