Fazer Sexo (ou Não) no Primeiro Encontro?

Lendo no Como Assim, Vanessa?, um dos blogs parceiros no projeto Blogs Eróticos, o post sobre sexo no primeiro encontro me chamou atenção. Trata-se de: Dar ou não dar, qual o motivo mesmo?

O texto leva à reflexão, sobretudo aos motivos que nos levam a essa escolha. Pois a autora questiona se esta postura de “recato” é algo pessoal ou movido por pressões sociais. E, mulher liberada que é, dá até dicas de como ser fiel aos seus desejos sem se importar muito com “o que os outros irão falar”. Indico a leitura do texto.

Já comentei sobre este assunto em outro momento, quando dei meu depoimento a uma matéria do Jornal Diário do Grande ABC, Sexo no Primeiro Encontro. Na ocasião, comentei sobre a magia que existe em encontros “one night stand”, mas também o quanto pode ser precipitado não guardar algum mistério, quando a intenção é dar continuidade à relação.

A grande verdade é que não existem fórmulas, todos sabemos disso, mas acho que é importante dar nome aos bois aqui e ser claros. Sexo de ocasião pode ser ótimo, mas não é relacionamento. E nesse ponto, o texto da Vanessa complementa o meu depoimento.

Você, mulher precisa ser e estar ciente do que quer, de como se comportar. Se quer romantismo, não trepe, ou observe o cara um pouco mais, conheço tantas pessoas que hoje são casadas e antes só tinham um relacionamento de sexo casual. Mas não é isso que agora está em cheque, o que está em evidência é, seja você aposte, arrisque-se.

(…)

Tente reconhecer suas limitações  e estabeleça alguns critérios, por exemplo: transe em motel, não durma na casa dele, nem permita que durmam na sua casa (DORMIR JUNTO GERA INTIMIDADE, o tipo de intimidade que mulheres superestimam), não passe seu telefone, não repita sexo, só de for muito bom, são pequenas coisas que reeducam a gente.”

Trecho de: Dar ou não dar, qual o motivo mesmo?

Fazer ou não sexo no primeiro encontro vai depender de cada mulher, mas sobretudo do que ela espera daquela relação.  Portanto, desejo é desejo, mas… Vale pensar!

No fim das contas o que importa mesmo é ser feliz, se vai ser por um momento ou um pouco mais… Isso é coisa do destino.


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