Já cantamos a pedra aqui, quando mostramos os coloridos sabonetes fálicos da Dick Dealers, mas a Revista Trip foi além, com uma super matéria sobre O Pênis na Arte Contemporânea, do jornalista Guilherme Bryan.
Dos pênis imensos esculpidos por Francisco Brennand e espalhados num parque das esculturas no Recife Antigo (PE), aos pintos alados do brasileiro Juarez ParaÃso e do pai morto do artista plástico Ron Mueck, são inúmeras as maneiras com que a genitália masculina tem sido retratada na cultura contemporânea. “Agora ele aparece dentro de um contexto mais libertário e, ao mesmo tempo, mais simbólico, no sentido de trazer à tona os valores da atualidade, inclusive da sexualidade contemporânea, já aparecendo todos os fetiches e até algo mais perverso. Na arte contemporânea, não trabalhamos mais com regras, como havia em outros momentos. Hoje pode se fazer de tudo. Pode, inclusive, estar ligado a ideia do falocentrismoâ€, garante Roaleno Ribeiro Amâncio Costa, especialista em arte erótica e professor da Universidade Federal da Bahia (UFBA). (continua)
Fonte: Revista Trip, por Guilherme Bryan, jornalista e professor da PUC-Minas Poços de Caldas e do Centro Universitário Belas Artes. Autor do livro “Quem tem um sonho não dança – cultura jovem brasileira nos anos 80”.
Indico a leitura completa o texto está muito bom e nos faz pensar e entender um pouco mais este retorno do culto ao falo nos dias atuais.
A imagem que ilustra o post é de um divertido festival de máquinas voadoras na Letônia (clique aqui), onde o inventor da máquina pode até não ter ganho o primeiro prêmio, mas certamente ganhou notoriedade mundial.
