DomÃnio e submissão, dominação psicológica, controle… O que poderia ser mais controlador que submeter alguém a um cinto de castidade?! No entanto, esqueçam as piadas sobre donzelas medievais e experimentem trazer esta realidade aos tempos atuais. Para o jogo BDSM, para a Dominação Feminina. Pois é…
Nem é preciso pensar muito,  o CB (diminutivo carinhoso de Chastity Belt, que significa cinto de castidade em inglês) já existe e faz parte de uma linha de produtos ergonômicos que, através do engaiolamento do bichinho (é… exatamente “o” passarinho que estão pensando) controla/contém a ereção masculina e, consequentemente, obriga o engaiolado a descobrir novas formas de prazer, entre elas a canalização do seu orgasmo através do gozo da parceira ou mesmo através do milking, massagem prostática.
Viajei?! Nem tanto… Acredite.
Antes de tudo, o CB não é destinado ao homem que trai, muito pelo contrário, costumo dizer que usa o cinto de castidade exatamente aquele homem que não precisa, mas… Que é tão devoto e apaixonado que se submete à experiência de se submeter a novos prazeres com a amada/amado.
Os mais conhecidos são os da A.L. Enterprises. CB3000, CB6000, CB6000S, The Curve… Não importa o nome ou o formato, a dinâmica e uso é basicamente a mesma, conter a ereção e deixar o engaiolado doido para satisfazer todos os desejos da Dona/Dono da chave.
Leves, higiênicos e concebidos não apenas para o uso eventual, mas também para o uso frequente, sem causar problemas com higiene ou constrangimentos  públicos. Qualquer profissional que queira usá-lo é capaz de circular livremente sem chamar atenção, inclusive passar por detectores de metal, ou seja, advogados, pilotos, agentes de segurança, juÃzes, e viajantes de negócios podem usar sem medo, apenas para citar alguns.
Afinal, além do tradicional cadeado com chave, na compra de um desses brinquedos, também vem junto lacres/cadeados de plástico devidamente numerados para controle.
E antes que alguém diga que é coisa de doido, que tem que internar e tal… Saiba que toda essa brincadeira é totalmente consensual. Piração de dois, totalmente particular, onde o prazer está exatamente em ninguém perceber seu uso contÃnuo.
Ouso até dizer que deve ter muita gente por aÃ, do nosso convÃvio, que usa e ninguém sabe, mas… Pra que saber?!





