Anya Amasova - 007

10 Bond Girls inesquecíveis

Bond. James Bond.”

Era assim que o agente da coroa britânica 007 se apresentava às mulheres que, invariavelmente, traçava depois.

Misteriosas, guerreiras, belas e fortes, mocinhas ou vilãs, as Bond Girls são inesquecíveis. Ao longo do tempo ditaram moda, refletiram padrões de beleza e, sobretudo, mexeram com as fantasias sexuais da homarada.

E antes que me apedrejem virtualmente por ter esquecido esta ou aquela, aviso, seria impossível lembrar de todas (até porque já disse antes no AVS que sempre fui mais apaixonada pelos 007 que por suas Bond Girls). Este post é totalmente baseado em preferências pessoais, mas explicarei meus porquês… Os comentários estão abertos para suas preferências.

1962 – Honey Ryder (Ursula Andress) – Dr. No (O satânico Dr No)

Foi a primeira Bond Girl e por isso totalmente inesquecível.

A cena em que Honey Ryder, emerge do mar de biquíni branco, cinturão e faca de mergulho, cantarolando “Underneath the Mango Tree” é antológica e a sedução começa já no primeiro diálogo:

Honey: “What are you doing here? Looking for shells?
Bond: “No! I am just looking.

Honey Rider já inspirou a Moda, outros filmes e, porque não dizer, a imaginação de muitos marmanjos em noites solitárias.

Ursula Andress a partir de então, definiu o padrão de todas as Bond Girls a seguir.

Clique aqui e veja a cena no Youtube.

1964 – Jill Masterson (Shirley Eaton) & Pussy Galore (Honor Blackman) – Goldfinger (007 contra Goldfinger)

Nem acho Jill Masterson (vivida por Shirley Eaton) uma das Bond Girls mais belas, mas a cena de sua morte é esteticamente perfeita. Como esquecer aquele corpo seminu totalmente pintado de ouro estendido na cama?

No entanto minha preferida neste filme é a personagem Pussy Galore (Honor Blackman), a piloto pessoal de Goldfinger que, apesar de dizer detestar o sexo masculino, se rende ao charme de James Bond e o ajuda a acabar com os planos do vilão. A cena em que lutam no celeiro e acabam aos beijos é ótima.

Clique aqui para ver a cena da morte de Jill Masterson e clique aqui para ver a luta entre James e Pussy,  no Youtube.

1972 – Thumper (Trina Parks) & Bambi (Lola Larson) – Diamonds are Forever (Os diamantes são para sempre)

Ok, apesar de Trina Parks (que interpretou Thumper), ter entrado para a história como a primeira negra a ser uma das belas de 007, além da cena indicada, estas duas não tiveram lá muita expressividade no filme, quer dizer… Não para os fãs de malvadas.

A famosa apresentação: “I’m Bambi… and I’m Thumper”, dava início a uma das surras mais sexies que James Bond tomou. Garanto que apesar da porradaria o moço jamais esqueceu dos movimentos de pantera de Thumper ou da encoxada quase assassina de Bambi. Nós também não!

Relembre a luta clicando aqui para ver no Youtube.

1977 – Anya Amasova (Barbara Bach) – The spy Who loved me (O espião que me amava)

Anya Amasova é uma espiã de codinome bastante sugestivo, XXX, e se vê envolvida com 007 através de uma operação em conjunto entre seus países (Russia/Inglaterra).

O problema é que apesar da moça simpatizar bastante (!!!) com 007, jura-o de morte depois que descobre que ele matou seu namorado em uma outra missão.

Bem… Matar, matar, ela não mata, só se a intenção era morrer de amor… rs. Neste filme, entre outros lugares pitorescos, James Bond faz sexo com a deliciosa espiã em uma cápsula de fuga flutuante, afinal, enquanto o socorro não vem…

Infelizmente não encontrei a cena (apenas a imagem), mas… É possível ver no Youtube a moça agradecendo James (com muita sensualidade) por ter salvo a sua vida clicando aqui.

1985 – Stacey Sutton (Tania Roberts) & May Day (Grace Jones) – A View to a Kill (Na mira dos assassinos)

Apesar de Tanya Roberts (a eterna Sheena, Rainha das Selvas) estar belíssima como Stacey Sutton (porém “mocinha” demais para o meu gosto) e ser a geóloga que ajuda James Bond a desvendar a conspiração de Max Zorin, um industrial doido (vivido por Chistopher Walken) que tem planos de destruir o Vale do Silício, é Grace Jones quem rouba a cena como a malvadíssima May Day, ajudante do vilão. Juro, eu tinha medo daquela mulher, mas sei de muito homem que já se masturbou pensando nela… rs.

Não encontrei no Youtube nenhuma cena interessante para postar aqui, mas este trailler dá um apanhado geral.

1995 – Xenia Onatopp (Famke Janssen) – Goldeneye (007 contra Goldeneye)

Já comentei desta Bond Girl no post Blade Runner – Pris x Deckard. Aliás, ela me inspirou este post, isso porque Xenia Onatopp (Famk Jenssen, a Jean Grey de X-Men) é uma vilã completamente tresloucada, ninfomaníaca e psicopata.

Para os que dizem que mulheres serial killers são raras, esta vilã de James Bond é um prato cheio (ainda bem que é personagem de cinema), digna de um filme de Almodóvar.

Ela se excita estando em perigo, lutando (principalmente esmagando um entre as coxas) e ama matar trepando, ou seja… Se eu fosse homem teria muito medo dessa viúva negra…

Escolhi no Youtube a cena da morte de Xenia, exatamente para mostrar o quanto ela se diverte e se excita com tudo isso até o fim. Aliás, como bem disse James ironicamente: “Ela sempre se divertiu com um bom aperto!”

2006 – Vesper Lynd (Eva Green) – Casino Royale

Este filme é especial, pois não é uma continuidade da série 007, mas um começo, antes da sua licença para matar. E, talvez, explique um pouco dos porquês de James Bond ser um safado incondicional mas evitar as paixões.

Adoro Casino Royale, pois pra mim é o filme que James Bond (o primeiro do deliciosamente feio Daniel Craig) é mais humano, sofre física e emocionalmente e isso se deve à bela Vesper Lynd, vivida por Eva Green. Que é inteligente, doce, sexy, mas… Dissimulada! A moça até tem seus motivos e bem que se arrepende, no entanto…

E eu, que sou fãzoca do espião desde sempre, fiquei surpresa com ambos (tanto Eva Green quanto Daniel Craig não foram a primeira opção dessa produção), muito positivamente. Principalmente no quesito sensualidade, a química entre James e Vesper é incrível e isso faz o filme ainda melhor.

O video que escolhi é uma coletânea de momentos dos dois. Sem dúvida Casino Royale é um dos mais românticos da série.


Publicado

em

por