Nossa colunista de moda e design, sugarbabe, faz um divertido resumo dos exóticos da primeira Erótika Fair de 2010. Tem exotismo para todos os gostos, fantasias e fetiches. Confira!
Ai, ai ai, me desculpem pelo atraso! Estou mais alvoroçada do que o coelho da Alice no PaÃs das Maravilhas. Era ara eu ter postado este texto na sexta-feira, mas fui acometida por uma súbita onda de tesão e só consegui me desvencilhar do meu namorado agora há pouco (ui, desvencilhar, neste contexto, ficou parecendo algo tão sexy, tão pervertido… rsrsrs). Se estivéssemos num site convencional, eu inventaria uma desculpa comum, como: tive uma crise de cegueira temporária, ou, tive que visitar minha mãe no Amapá. Mas no AVS acho que dá pra falar a verdade porque vocês vão entender, né?
Mas vamos direto ao ponto G! Fui conferir a última Erótika Fair, em São Paulo, e vou contar tudinho para vocês, ou, pelo menos, os detalhes exóticos! Afinal, lembrem-se que, apesar de taradinha, sou uma moça convencional.
Há alguns meses, quando fui à Erotika Fair pela primeira vez, fiquei decepcionada com a mesmice dos produtos expostos, dos dildos às lingeries.
A sedução das orelhas
Desta vez, descobri que nem o império de Hugh Hefner escapa do fenômeno do “genéricoâ€. Sim, é possÃvel contratar coelhinhas que nunca passaram nem perto da capa da famosa revista masculina, para animar festas e noitadas em geral. Duas dessas coelhas genéricas estavam na feira e se revezavam na frente do stand promocional, vestindo um biquÃni composto por uma diminuta calcinha e um sutiã feito de tinta. Simpáticas e sorridentes, elas fizeram um sucesso danado, não só com os rapazes, mas também com as mulheres que os acompanhavam e faziam questão de registrar o momento para a posteridade, em suas câmeras digitais. Fiquei me perguntando o porquê do fascÃnio, e imagino que ele se deve à força da marca Playboy.
De cavalinho
E eis que no Jardim do Éden sexual, além das coelhinhas, havia um cavalo. Ou melhor, uma pessoa caracterizada como tal, com crina falsa, máscara e patas de borracha, trotando pelos corredores do evento, guiada por sua senhora dominadora. Como não sou versada nas artes BDSM, tive que pesquisar para descobrir que a prática se chama Pet Play, ou Pony Play, neste caso especÃfico. E eu que achava o máximo da sacanagem, brincar de “gato miaâ€, rsrsrs.
Em nome da pátria
Na linha do consumo propriamente dito, a novidade é que os dildos transparentes com cores de drops que proliferavam nas vitrines até alguns meses atrás, estão fora de moda. No seu lugar, encontrei consolos em tons pastel, geralmente feitos em material opaco. Mas se você preferir algo mais temático, existem muitas opções em verde e amarelo, para quem quiser comemorar os gols do Brasil, na Copa do Mundo, com um orgasmo. Ideal, também, para pessoas com parceiros fanáticos pelo esporte ( o futebol!!) que deixam de “prestar atendimento†com a regularidade de sempre.
Senta que lá vem história!
Outro item que me deixou intrigada foi um pufe inflável, concebido, talvez, para atividades recreativas à beira da piscina. Dêem uma olhada, na galeria abaixo, e me digam o vocês acham… Eu achei meio… Kinky Barbie. Vai ver até existe um fetiche do gênero!
Quase inocente, mas avançando na breguice de forma magistral, está a cueca do pato! Atente para o detalhe: sob o bico do pato há uma abertura estratégica! Sem mais comentários. Calo-me diante da “criatividade†humana.
Mas nada se compara à boneca sexual ultra compacta que tem boca, seios e xoxota, condensados num amontado de borracha skin, com pentelhos falsos. Está na galeria de imagens, abaixo. É pra sair correndo, gritando… que meda!
Agora vão lá rolar na relva, que eu vou voltar pra cama, pro meu brinquedo favorido, chamado homem.
Vou brincar de gato mia, gata geme, coisa e tal. Sugar kisses!
Sugarbabe é uma fashionista que coleciona sutiãs meia-taça, dildos e safadezas com igual devoção. Acha que o mundo precisa de mais amor, glamour e orgasmos múltiplos.
Galeria de Imagens – Exótika Fair, coelhinhas, cavalos e dildos exdrúxulos
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