Sexo, nudez e diversão em nome da Floresta Tropical

O assunto está hoje na Revista da Folha,  Sexo pela Floresta, infelizmente disponÃvel apenas para assinantes UOL, mas… Felizmente os leitores do A Vida Secreta são antenadÃssimos e passaram a dica. Nada que uma googlada não nos deixe a par do assunto, não é mesmo? Encontrei um vÃdeo bem legal no Youtube onde o próprio fundador da FFF explica seus porquês.
Para o fundador, Tommy Ellingsen, “o www.fuckforforest.com é um site erótico, sem fins lucrativos, feito por pessoas que se divertem com sexo e nudez”. A fundação erótico-ecológica Fuck For Forest tenta mostrar os lados positivos da sexualidade, usando-a para chamar atenção da causa ecológica.
O grande barato do site é que tudo é real, alguns vÃdeos e fotos são interessantes, bonitos,  outros são mais toscos, trash mesmo. O que importa é que são verÃdicos e ninguém é pago por estes vÃdeos e fotos. Tudo é produzido por diversão e pela floresta, segundo ele. Eu diria que por uma grande pitada de exibicionismo também.
Fuck For Forest – A força da irreverência
Ele faz um comentário interessante, em nossa sociedade a nudez é criminalizada. Se, por exemplo, alguém tirar a roupa e sair andando pelado pelas ruas é preso por atentado ao pudor, enquanto grandes grupos capitalistas saem destruindo tudo ao seu redor e não são penalizados por isso.
“A repressão sexual cria indivÃduos confusos e com medo de si, com medo de algo tão natural que todos pensam todo o tempo. “ Tommy Ellingsen
E o que a princÃpio tem a intenção de ser divertido, usar o sexo como fio condutor do debate ecológico-erótico, no fim das contas dá ao tema certa leveza e acaba promovendo tanto a liberdade sexual quanto a consciência ecológica. Levando o tema à conscientização de pessoas que talvez não tivessem interesse nem intenção de acessar um site sobre ecologia.
(É, nesse ponto o moço tem razão, certamente euzinha não estaria falando do assunto por aqui se não tivesse alguma safadeza envolvida… risos. E você? O que pensa do assunto?)
Fuck For Forest por Tommy Ellingsen
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