mulher de um homem só alex castro

Lembranças de Mulher de Um Homem Só

Esta semana, enquanto programava minhas indicações para as Sex Drops, o lançamento (físico, já que sua trajetória em e-book já vem de tempos) do livro Mulher de Um Homem Só do Alex Castro entrou no post por alguns motivos.

  1. Porque o Alex está pior do que pai novo e a cada cinco minutos lambe a cria publicamente
  2. Porque eu assino seu Feed e leio tudo o que ele diz a cada cinco minutos (não a cada cinco minutos, mas cada vez que abro a pasta dedicada às literatices)
  3. Porque gosto do Alex daquela maneira particular e incomum que só eu sei gostar e que ele, simples que é, entende, aceita e (tenho certeza) compartilha do meu “estranho amor”

mulher de um homem só alex castroE não sei se motivada pelos tópicos citados, se hipnotizada por um “Compre MDUHS (abreviei, o nome é grande demais para eu ficar de ctrl+c/ctrl+v toda hora), compre MDUHS. Você merece o MDUHS” no melhor estilo propaganda do chocolate batom da Garoto, me vi lembrando da história do livro e enviando um e-mail ao Alex. Lembranças de cinco minutos. Segue um trecho do e-mail.

Lembro pouco do romance, mas lembro:

  • Da narrativa complicadinha, mas envolvente. Demorei a ler, pois cada vez que parava diante do e-book achava que era rebuscado demais pro meu gosto (confesso, sou preguiçosa às vezes), mas quando li foi de uma veizada só e me segurou da primeira à última palavra. Tem poucas páginas, seria um romancinho ou um contão?
  • Da narradora neurótica. O livro é todo sob o ponto de vista da esposa (talvez por isso muitos comparem a um Dom Casmurro de saias) que preferia viver na “Acholândia” a tirar uma satisfação com o marido ou com a amiga dele, objeto do seu suplício (seria a esposa masoquista emocional? teria um complexo de mártir?), você fez esta mulher tão insuportavelmente real e chata que tive vontade de dar uma surra nela, em determinados momentos, já que ela não dava uma surra na amiga dele mesmo com tantas “certezas”. Putz, bate primeiro e tenha certeza depois… risos. Pelo menos não dá câncer!
  • Do marido que (sob o ponto de vista da esposa, é bom lembrar) parecia um banana entre dois amores (a família e a melhor amiga). Pensando melhor… Ele é que merecia a surra, o risco era gostar. Tanta subserviência a uma amizade só pode ser reflexo de adoração e/ou submissão.
  • Da Julia, a “tal” melhor amiga, que com suas “Julices” me fez sentir um mix de sentimentos. Raiva, empatia, admiração, inveja, pena… Quem sabe os mesmos sentimentos que a narradora nutria por ela, hã?

PS – Em meu delírio de safada profissional, acho que tem uma cena em que a Julia atiça o Murilo mostrando os pés. Viajei?

É claro que o Alex respondeu. Quer dizer, se é que isso é responder ele afirmou: “Sim, tem uma cena forte de podolatria, e de discussão sobre podolatria” Em meu delírio de safada profissional eu realmente não viajei e a cena existe. No entanto as palavras dele, ao invés de acalmar minha mente, atiçaram ainda mais, isso sim. Uma cena de podolatria casual narrada por uma esposa neurótica? Só relendo!

O que você vai fazer hoje à noite?

Vou esperar para comprar meu exemplar no lançamento carioca, mas se você está em Sampa, hoje é o dia. É bom chegar cedo ao Canto da Madalena, pois parece que o Alex tem poucos livros em mãos. Estou com uma invejinha gostosa de quem estará no evento hoje, pois sei que vai ter muita gente que gosto por lá, mas sei que no RJ o lançamento também vai ser porreta!

  • Para saber mais do livro e saber como comprá-lo clique aqui.
  • Para ler um trecho dele clique aqui

Ah, e antes que eu me esqueça. Fiz um segundo PS em meu e-mail, algo bastante particular. “Reli o que acabo de escrever sobre o livro e ri sozinha, qual o nome da esposa mesmo? Kkkkkkk… Será vício de “a outra” não recordar os nomes das mulheres de um homem só?!” Hummmm… Será?!


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