No capÃtulo de ontem, 14-01, da minissérie Maysa, que está sendo exibida na Rede Globo até amanhã, a protagonista, bêbada e incapaz de sequer achar o buraco da fechadura, é conduzida pelo marido de uma amiga à porta do seu quarto.
Insinuante, ao ser questionada por ele sobre porque beber tanto assim, ela responde: “Sede, tenho muita sede, de bebida e de tudo, sou uma mulher sedenta.” No quarto, continuando o jogo de sedução, Maysa o observa à porta e pede: “Tira o meu sapato!” A cena é extremamente sensual, após descalça ela deita na cama e diz estar bem, é quando ele pergunta se ela dormirá vestida. Ela senta e desafiadora pergunta: “Por que, você quer tirar a minha roupa?” e diante da hesitação na resposta ela rapidamente conclui: “Tira!“.
Ele então fica mudo, sem saber exatamente o que fazer e ela ri do seu embaraço. “Vocês homens não são de nada! Quando encontram uma mulher de verdade, que fala o que pensa, brocham. Aposto que se eu estivesse bêbada, completamente bêbada, você ia se encher de coragem e me agarrar, mas assim, olho no olho… Frouxo!” E diante do desafio, ele se aproxima e beija. Beijo intenso, sensual, que num ato de consciência dela é cessado, pois ela lembra da esposa dele.
A cena em questão segue abaixo, ou pode ser vista aqui, ainda há um pequeno jogo de gato e rato. Onde ela manda que ele se vá, e antes que saia pede que volte, mas… A essência da cena é o poder de sedução que ela impõe tanto quanto o medo que desperta e foi dica de um leitor
Sou uma mulher estranha. Determinados homens me despertam o lado caçadora, outros, a caça. É maravilhoso tomar as iniciativas, decisões, conduzir os momentos exatamente como desejo e preciso. Na maioria do tempo é bom demais dizer quando, como e onde. Não vivi uma cena como a descrita acima, vive várias. Me sinto confortável nesse papel. Gosto de perceber o medo e a excitação na hesitação do outro. Me excita perceber que o outro pensa que posso tudo, que meu próximo passo é sempre uma incógnita, mas… Como eu disse antes, só determinados homens me despertam este instinto predador.
O controle é bom, confortável, mas de vez em quando cansa. Poderia terminar o post, tendo falado apenas do lado bom de ser uma sedutora dominante, mas… Eventualmente me vejo admirando os submissos que tão completamente se entregam em minhas mãos. Que perdem completamente o controle de suas próprias vidas. Sim, pois entregar-se não é só um risco psicológico, mas de morte também. Uma vez amarrado e amordaçado o que pode vir depois? No entanto, isso é um ato extremo. Não sou tão malvada assim… risos.
Termino o post com uma pergunta aos rapazes: Mulheres decididas, que tomam a iniciativa e fazem o que querem, cortam o tesão?