Receita da porra! – Gastronomia Erótica

Esta semana, dois posts sobre o mesmo assunto, um livro de receitas à base de sêmem (esperma, porra, gala), em blogs que adoro ler (Blog do Andarilho e Sexpedia), me deixaram de estômago embrulhado.

Apesar de já ter escrito um conto/ficção onde uma mocinha passava no pão e comia, feito geléia, a porra do amado, euzinha não canso de comentar minha intolerância ao sabor. E olha que eu gosto de boca n’aquilo e aquilo na boca, hein?!

Deve ser psicológico, sei lá… O que sei é que enquanto eu faço cara de nojinho (ânsia de vômito MESMO) quando vem aquele jato morno de sabor indecifrável e cheiro de água sanitária à boca, tem quem se delicie e peça bis. Viva a diversidade!

E como tem quem goste, reproduzo abaixo um pequeno trecho do post do Andarilho. Que se deu ao trabalho de, não apenas, traduzir algumas palavras do autor de Natural Harvest, Paul (Fotie, para os íntimos) Photenhauer, como também uma de suas receitas incomuns. 

“Sêmen não é apenas nutritivo, mas também tem uma maravilhosa textura e incríveis propriedades para a cozinha. Como vinhos e queijos finos, o gosto do esperma é complexo e dinâmico. Esperma não tem custos de produção e está geralmente disponível em muitos, se não em todos, lares e restaurantes.”

 

Ostras fabricadas pelo homem

 

 Ostras são tão belas, é uma pena jogar fora as cascas depois de apenas uma refeição. Re-saboreie a sensação de uma suculenta e leitosa ostra descendo pela sua garganta, usando as cascas como pratos servindo sêmen.


 – Cascas de ostra limpas

– Esperma fresco e gelado, quanto mais melhor

– Gelo

– Limão e pimenta pra decorar


Primeiro limpe as cascas de ostras em água fria. Não use sabão, já que a casca absorve facilmente o gosto do sabão. Espalhe o sêmen fresco e gelado em cada casca. Sirva simplesmente sobre o gelo, com apenas umas gotas de limão fresco ou uma pitada de pimenta preta.


Nota do Chefe: Um verdadeiro connoisseur deve deixar de lado o limão e a pimenta, em favor do gosto original do sêmen.