Conheci Elise por acaso e me encantei com aquele charmoso sotaque francês apesar de sabê-la sueca de nascimento.
Às vezes, pensava que seu nome poderia ser uma homenagem à bagatelle “Pour Elise” de Beethoven. Quem sabe? Nunca perguntei. Elise… Elise… A delicada sonoridade do nome já me enternecia. Me chegou como um presente, veio de longe, justo quando eu menos esperava. Esguia, vestida em preto, era só beleza e imponência com aquele cinturão prata. Falava baixinho, discreta… Creio que fazia isso com a intenção de provocar intimidade com a proximidade. E conseguia.
Seu toque era suave e onde quer que encostasse, me provocava um delicioso arrepio. Era como se meu corpo conhecesse Elise. Foi assim quando se aproximou dos meus mamilos, que imediatamente enrijeceram ao seu toque. Ou quando desceu suave pela minha cintura, passeou em meu ventre e finalmente alojou-se entre minhas pernas. Fiquei molhada de excitação, o que facilitou ainda mais sua massagem erótica. Bom demais sentir seu toque. Quanto mais sentia, mais me sentia confortável para ousar, permitir suas carÃcias, aquela doce invasão consentida. A exploração de novos pontos eróticos em meu corpo, novos caminhos, novos prazeres. E quando, enfim, Elise me levou ao orgasmo, estremeci como ela. Retesei e relaxei com seu toque em mim.
Um gozo delicioso, delituoso, com sabor de pecado… meu primeiro gozo com Elise.
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