Confesso, já dei uns amassos em metrô vazio. Horário apropriado, pouca gente no vagão, muita vontade e nenhum pudor. É interessante ver os poucos passageiros que restam no vagão fingindo que nada está acontecendo, mas olhando de rabo de olho. Delicioso. O texto do santocasto é um relato, um momento em que ele foi um voyeur de ocasião. É excitante, crescente, mas… Bem, melhor ler até o final.
Tubarão de barriga para cima – Texto enviado por santocasto
Eu voltava de metrô de um compromisso na sexta-feira quando notei um casal de namorados “se pegando” geral no fundo do vagão. Como sempre, o sentido zona norte anda insuportavelmente cheio, mas aos poucos foi esvaziando enquanto nos aproximávamos da última estação, principalmente depois do Estácio.
Logo só restávamos eu, o casal enamorado e dois jovens missionários mórmons com suas bochechas rosadas e seu ridÃculo visual certinho (camisa social de manga curta, gravata pescando siri, calça de gabardine azul marinho e sapatos meio sujos de lama). Nota: cabe ressaltar que por aà deve rolar muito fetiche por esse tipo de visual caretinha, como eu e tantos outros temos os nossos por uniforme colegial e etc!
Voltando a narrativa, eu sorri ao notar, surpreso, que os mórmons também olhavam fixamente para os namorados, que não reparavam ou se incomodavam com a nossa presença e indiscrição. Fico imaginando por que os jóvens mórmons não paravam de ficar olhando, será que morriam de inveja do casal, condenavam a luxúria ou se sentiam culpados por sentir desejo, reprimindo suas fantasias. Acho que queriam mesmo era se acabar na punheta ali mesmo…
Bom, notei que os namorados até que se vestiam bem legal, a menina usava botas pretas de cano longo, meias tipo meião cinza e saia verde oliva. Ponto pra ela! Não me recordo bem da blusa, mas parecia que era uma camiseta. Decididamente ela usava um cinto de couro largo e preto. O cara se vestia todo de preto, jeans e coturno. Ele fazia o gênero punk sujo com pulseiras e um colar tipo coleira de pastor alemão prateado…
Mas o mais interessante não era o que vestiam, mas o estava rolando entre eles. Enquanto se beijavam apaixonadamente, ela o acariciava com suas mãos por debaixo da camisa dele. Ousada… Ela o abraçava, mas mãos dela não saÃam lá de dentro. O beijo deles era muito gostoso de se olhar, de repente notei que ela parecia estar brincando com os mamilos do garoto, que claramente estava possuÃdo. Notei que ele não parava de gemer e balançar a cabeça de um lado para o outro. Estava sentindo muito tesão, totalmente dominado.
Ela empurrava o garoto com força de encontro ao fundo do vagão encaixando ventre com ventre… E a coisa não parava por aÃ; Era evidente quem comandava o show, a menina. E foi ela quem levantou a camisa dele e começou a arranhar sua barriga com as unhas. Nossa! Na verdade acho que ele estava em êxtase nesse momento. Totalmente dominado e curtia cada instante de dominação!
Foi quando eu notei que a camiseta levantada exibia dois mamilos perfurados, ostentando duas jóias que ela brincava sem nenhuma cerimônia. Nem notei que já haviamos chegado a estação terminal Saens Peña e devÃamos desembardar. Eu, os mórmons e os namorados. Foi uma pena…
