Tem momentos que o sexo se faz tão urgente e necessário, que as palavras é que são completamente desnecessárias. É o caso no nosso Conto Secreto de hoje. Mais uma vez, Cláudia Motta brinca com as palavras e instiga nossa sensualidade.
O prazer de uma rapidinha… – Texto enviado por Cláudia Motta
O tempo é mesmo algo totalmente relativo, inclusive quando se fala em sexo, aliás muito de fala e estuda sobre o tempo “ideal” de uma trepada. Para mim, o tempo ideal está diretamente relacionado ao parceiro ideal, parceiro ideal é aquele que quando estamos juntos o tempo voa, nem que esse tempo seja um dia inteiro (risos).
Encontramos-nos ontem, sem grandes expectativas do que ia acontecer, como sempre corrÃamos contra o relógio, dispúnhamos de aproximadamente duas horas, descontados percurso até um motel, tomar um café depois e conversar um pouco. Em minutos tÃnhamos que decidir o que fazer: tomar um inocente café e bater papo ou ir para a cama e saciar o enorme tesão que rola entre nós.
A princÃpio pode parecer que a melhor escolha seria a cama, uma vez que o tesão sempre fala muito alto. Mas no nosso caso a companhia um do outro mesmo que seja para um inocente café em uma livraria já é por si só um grande prazer. Então a escolha não é tão simples assim.
Como ele é um cavalheiro, falou:– Temos duas horas para nos curtirmos. E ai podermos tomar um café e ir para a cama garantidamente na próxima semana quando poderemos nos ver dois dias inteiros e ficarmos o dia todos juntos, ou ir para a cama agora e dar uma rapidinha. O que você prefere?
Hesitei na resposta por uma fração mÃnima de tempo, e respondi:
– Vamos para a cama!
– Então vamos!
Chegamos ao motel e a demora na recepção, foi pequena, mas para nós pareceu muito tempo, de novo o tempo e como ele é relativo, porque em circunstâncias normais mais ou menos cinco minutos entre escolher o quarto, deixar documento, pegar a chave, parar o carro, abrir a porta do quarto e finalmente podermos nos livrar das roupas, não é nada, mas a nossa necessidade de matar o desejo era urgente demais e ai pareceu uma eternidade!
Tiramos as roupas mais rápido que o habitual, começamos a nos beijar, passava as mãos em seu peito e ele acariciava com força as minhas costas, ainda estávamos em pé, fomos até a cama e ficamos ajoelhados um de frente para o outro, as carÃcias continuavam agora mais rápidas, sentÃamos nos beijos o gosto do tesão acumulado. Gozei rapidamente com o movimento de seus dedos em meu sexo, sempre fico impressionada com a facilidade com que ele me faz gozar, adoro as mãos dele (risos).
Deitou-se e eu comecei beijar e lamber seu peito, barriga e lentamente cheguei ao seu pau, que já estava duro e esperando por uma chupada, coisa que adoro fazer nele. Chupei-o por pouco tempo e logo estava sobre ele, senti seu pau entrando lentamente até estar totalmente dentro de mim dando aquela maravilhosa sensação de estarmos completas…
Começamos um lento movimento de vai e vem, enquanto eu apertava e soltava o seu pau com os músculos de minha vagina, ele segurava com força as minhas costas, puxava de leve meus cabelos, acariciava meus mamilos totalmente rÃgidos e falávamos:
– Goza! Goza minha putinha!
– Adoro o seu pau! Você é muito gostoso!!!!
– Você é que é gostosa! Sua boceta é uma delÃcia!
As palavras só aumentavam a nossa excitação e ai os movimentos ficaram cada vez mais rápidos até que gozamos juntos. Fiquei sobre ele por algum tempo, curtindo a sensação maravilhosa de sentir seu pau ainda latejando dentro de mim, quando nossos corações voltaram a bater no ritmo normal, rolei para o lado da cama e ficamos abraçados nos acariciando suavemente, como ocorre depois de um gozo intenso.
Percebemos que ainda tÃnhamos tempo para um “inocente e público” café (risos). Claro que corrÃamos o risco de nos atrasarmos um pouco, mas correr riscos é uma das nossas especialidades!
Foram à s duas horas mais bem aproveitadas da minha última semana,tomamos um café nos despedimos com a sensação de ter sido uma rapidinha maravilhosa e pensei: “Se estivermos com a pessoa certa uma rapidinha tem imenso valor!“