O encontro

De R. para B.
Por tudo que você tem nos oferecido.

Assim terminava o e-mail com o texto de R. um leitor apaixonado e apaixonante que viciou no A Vida Secreta e já explorou praticamente todos os textos que há por aqui. E o mais sensacional desta história é saber que R. é uma cara tão comum quanto qualquer outro, que tem sua vidinha bem normal como eu ou você, mas ousa (realidade ou fantasia?) explorar as infinitas possibilidades de uma vida secreta.

E sobre “oferecer”, acredite, aqui n’A Vida Secreta no fim das contas eu recebo muito mais que me dou e agradeço, do fundo do coração. É esta troca, esta interação que faz o site interessante. Meu umbigo é lindo, e eu o amo, mas é delicioso conhecer outras histórias, que não são as minhas.

O Encontro – Texto enviado por R.

Estava com receio de ligar, mas não resisti e telefonei para ela propondo um encontro. Ela aceitou, mas disse que gostaria que eu passasse no apartamento dela no início da noite para pegá-la.

Fiquei a tarde toda imaginando o que poderia rolar na noite. Ficava excitado em pensar que poderia possuí-la. Em pensar, como será o corpo dela.

Ao chegar ao apartamento, como combinado, ela me esperava com uma mini-saia extremamente ousada e tesuda. Sua blusa denunciava os bicos dos seus seios entumecidos e seus lindos cabelos negros completavam o visual magnífico.

– Fique à vontade, me disse sorrindo e cruzou as pernas provocante ao se sentar na minha frente.

Meus olhos não conseguiam disfarçar e miravam suas coxas roliças e grossas.

Ela me confidenciou que estava carente apesar de ter um namorado porque ele não conseguia oferecer prazer. Aproximei-me dela e coloquei a mão na coxa dela como se fosse a coisa mais natural do mundo. Ela me abraçou e sem dizer uma palavra trocamos um beijo bem gostoso.

Antes de mais nada, fui beijar seus pés como se fosse pedir a benção, mas ao sentir o aroma do suor entre seus dedos comecei a lamber e chupar cada dedinho dos seus lindos pés. Suguei seu dedão do pé como se fosse um grelo gigante exposto à procura de prazer.

Tirei sua blusa e a visão daqueles peitos de mulher madura era fantástica. Comecei a beijar e chupar seus bicos com muito cuidado e senti que os mesmos aumentaram de volume com a excitação. Ela arfava e dirigiu minha cabeça para sua barriga.

Lambi cada centímetro do caminho que me levaria para o maior dos tesouros. Ao mesmo tempo, ela tirava a saia lentamente e percebi que ela não usava calcinhas. Sua fenda estava escondida na floresta de tufos de pelos negros e fiquei encantado por seus grandes lábios praticamente cobrirem as partes internas da sua vulva.

Ela abriu os lábios com os dedos bem tratados e fui premiado com a visão dos pequenos lábios de tonalidade escura que se uniam no seu grelo rosado e convidativo. O brilho dos lábios indicava o estado de excitação e comecei a lamber desde o cú até o monte de vênus, com ênfase na vagina e no seu grelinho.

O perfume natural dela era maravilhoso e o sabor do seu sexo confirmava que aquela não era uma buceta qualquer. Beijei e suguei seu grelo e ela soltava pequenos gemidos de prazer até que ela me segurou e forçou minha cabeça contra seu sexo. As magníficas coxas prensaram meu rosto e senti seu gozo na minha boca.

Ela me falou que era a vez dela de me oferecer prazer e começou um boquete como nunca tinha sentido. Tinha momentos em que senti que eu subia para o paraíso e percebia que não iria agüentar mais sem gozar na boca dela.

Então, ela suspendeu o sexo oral e me disse

– ainda não

Para minha felicidade, ela ficou de quatro e me disse ser sua posição preferida. Tive a felicidade de penetrá-la e sentir sua vagina mordendo meu pênis. A visão do cú piscando para mim foi irresistível e coloquei meu dedo indicador nela e percebi o quanto seu reto era apertado. Ela gemia de prazer e comecei a movimentar meu dedo no seu anel.

O odor do sexo invadiu o quarto e senti que ela tinha gozado gostoso e pensei agora é a minha vez de encher seu útero com meu orgasmo, mas ela se movimentou rapidamente e tirou meu membro que iniciava a pulsar.

– ainda não

De repente, ela me empurrou para me deitar e virou-se para eu ter a visão daquela bunda tesuda e sentou. Meu nariz tocou no seu cú piscante e úmido. O perfume anal me matava de tesão; e minha boca ficou de encontro com a sua buceta lubrificada e salgada.

Enquanto eu caprichava no sexo oral, percebi que algo massageava meu pênis. Logo entendi que ela me masturbava com os pés e ela me falou gemendo para eu gozar bem gostoso com ela, e assim o fiz lambusando seus lindos dedinhos com meu leite.

Dormimos juntos e passei a sentir algo diferente por ela. Não era paixão nem amor, mas uma sensação de dependência, de necessitar que ela me usasse como fonte de prazer.