Nurse Fetish – ou Tesão por enfermeiras

Alzira, personagem de Flávia Alessandra em ‘Duas caras’, leva uma vida dupla: finge que é enfermeira para o marido, mas trabalha como dançarina em uma casa de massagem. A DJ francesa Miss Kittin ficou famosa discotecando em boates de Berlim vestida como uma enfermeira sadomasoquista. Elle Driver, papel de Daryl Hanna em “Kill Bill”, era uma enfermeira assassina. A mais nova funcionária da enfermagem ficcional é Raquel, vilã sensual que acaba de entrar na novela “Desejo proibido”, interpretada pela estonteante Letícia Birkheuer. Para fúria das enfermeiras da vida real.

Fonte: G1

Ah… Até entendo as mocinhas com raiva em saber que a profissão na ficção tem um enfoque nem sempre profissional, mas… Negar que a figura da enfermeira, aquela mocinha de branco, feito um anjinho, que cuida, mas ao mesmo tempo é a que aplica injeção entre outras coisas detestáveis, deve mexer mesmo um bocado com a imaginação dos rapazes.

Tenho uma prima que é auxiliar de enfermagem. E ela comentou que o assédio é realmente muito grande, acho que mexe mesmo com a libido dos homens. Já contou cada história. Como a do velho que colocou prótese no pau e ficava a todo instante levantando o lençol cada vez que uma enfermeira se aproximava. Ou como elas se vingam com a sonda em pacientes mais ousados. Até mesmo as rapidinhas em escadas e leitos vazios com os colegas de trabalho (pronto, foi por terra a imagem séria da profissão… risos).

A questão é que muita gente tem esta fantasia sim, e eu mesma já me vesti de branco e brinquei de enfermeira ou médica, porque não?! Entre quatro paredes é território livre, um grande palco, onde podemos ser, quem quisermos ser. Tudo em nome do prazer.