Cuidado Com Espelhos de Motel

Recentemente recebi esta mensagem encaminhada por uma amiga.

Não é para assustar, mas para alertar. Isto é uma instrução policial.

Quando as mulheres vão à toaletes, banheiros, quartos de hotel, vestiários de mudar de roupa, academias, etc, quantas podem estar certas de que o espelho, aparentemente comum, pendurado na parede é um espelho de verdade ou um espelho de duas direções? (daqueles em que você vê sua imagem refletida, mas alguém pode te ver do outro lado do vidro, como os da Casa dos Artistas e Big Brother).

Tem havido muitos casos de pessoas instalando espelhos de duas direções em locais freqüentados por mulheres, para filmar, fotografar ou simplesmente ficar olhando.

É muito difícil identificar positivamente o tipo de espelho apenas olhando para ele. Então, como podemos determinar com boa dose de precisão que tipo de espelho é o que estamos vendo? É muito simples.

Faça apenas este teste:

Toque na superfície refletida com a ponta da unha. Se existir um ESPAÇO entre sua unha e a imagem refletida, o espelho é GENUÍNO. O espaço é equivalente à espessura do espelho, pois a parte que reflete é a parte do FUNDO do vidro, não a parte da frente.

Entretanto, se a unha TOCA DIRETAMENTE na imagem. NÃO havendo um espaço CUIDADO COM ELE, POIS É UM ESPELHO DE DUAS DIREÇÕES. A parte reflexiva é a parte da frente, não a do fundo do vidro. Então, lembre-se a cada vez que você vir um espelho, faça o “teste da unha”: tem que haver um espaço!

Aproveite para chamar a polícia, pois se trata de crime previsto em lei.

Certa vez, em uma ida despretensiosa ao motel, passei por uma situação um pouco constrangedora. Logo eu, que sou a maior cara de pau que conheço me vi com a cara vermelha feito um tomate, porque senti algo diferente no ar na hora em que saímos do lugar.

O recepcionista, um coroa careca e grisalho na faixa de uns sessenta e muitos anos, mesmo depois da conta paga, tudo certinho, nos segurou um pouco na saída. A princípio pensei que fosse por causa da revista de praxe nos aposentos que até então estávamos usando, mas não. Percebi um sorrisinho maroto de canto de boca e, como se não bastasse, vi que o tal senhor até tentou ser discreto ao chamar uma senhora também grisalha, mas foi bastante incomum vê-la esgueirar o pescoço pelo escaninho, só pra ver nosso rosto. Liberando pouco depois. Na hora comentei com o meu amigo sobre a estranheza do fato e nossa conclusão foi unânime. É claro que fomos observados!

Ok, eu confesso! Não é muito natural um casal portar algemas, chicotes, cintos de castidade, mordaças e outras coisas do gênero. Tampouco uma mulher gozar tendo apenas os pés devidamente adorados, beijados e mordiscados. Quem dirá o outro manter uma ereção durante todo este período, muitas vezes sem ter sido sequer manipulado ou estimulado diretamente, mas… Privacidade é coisa séria, gente!

Depois que recebi o texto acima eu fiquei bastante preocupada. Daí lembrei do fato passado e resolvi comentar aqui, quase que como Utilidade Pública. Pretendo de agora em diante adotar como norma de conduta verificar todo e qualquer espelho, pelo menos os que forem possíveis. Se não pudermos fazer nossas safadezas entre quatro paredes, onde faremos? Fala sério…


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