– Minha xota não para de melar, escorrer. Parece que estou gozando um rio… Mijando um gozo. Será que seca?
– Seca! Abre a perna pra mim, deixa eu beber mais. Quero beber tudo.
– Tem que beber tudo mesmo, vc provocou isso! Mama muito, bebe… Eu preciso da tua boca em mim.
E ali ele ficou, bebendo cada gota do meu gozo. Me abraçou os quadris com os braços. Abracei seu corpo com minhas pernas, sem nada dizer, ele bebia meu suco, que aos poucos ia cessando. Meu corpo acalmando e ele repousando ali, entre as minhas pernas.
Depois de tudo nos desvencilhamos um do outro, para então aconchegar meu corpo ao dele. Por um instante tive a nÃtida impressão que nossos corpos se fundiriam em um só. Nossos suores, aromas e sabores misturados. Mais que sexo.
Com a cabeça em seu braço, me entreguei ao seu abraço, sentindo o hálito quente à nuca. Pra que dizer alguma coisa?! Só senti… Senti a mão dele me puxar forte pelos quadris e acomodar minha bunda nua junto ao pau dele. Mole, meu, um gigante descansando merecidamente após a batalha.
Com a mão ele me tomou a xota, como quem protege e guarda. Quarda o que é dele com aquela mão que também é minha. É isso! A minha mão dele sobre a xota dele minha. Nos transformamos em um bicho estranho, único.