
Não existe ato mais delicioso e particular do que a masturbação. Fugu F esta semana falou da delÃcia que é ser dedilhada pelo parceiro e o quanto é bom fazer o mesmo. Concordo, mas não há como negar que é um tesão deliciosamente egoÃsta tocar-se. Tanto que em um parágrafo eu me deliciei três, agora quatro, vezes. Simplesmente em lembrar do ato.
Me masturbo de tantas formas… Quando estou só em minha cama pouco antes de dormir, naqueles momentos em que o sono não vem e fantasias povoam a mente. Diante do parceiro pelo sádico prazer de atiçá-lo e proibi-lo de me tocar. Quase enlouqueço assim. No entanto, a maneira que faço mais frequentemente é no banho.
Não foi sempre assim, eu sempre preferi todas as outras maneiras a esta. O fato de ter morado sozinha por um bom tempo, e recentemente ter voltado à casa da famÃlia, me limita um pouco. Me faz ter uma sede de privacidade que só encontro mesmo no banho, com a porta trancada e a água escorrendo pelo meu corpo. Masturbar-me no banho é uma sensação única e deliciosa. Em que fecho os olhos e imagino um mundo de situações até mesmo a fantasia de estar sendo observada por ele.
A água tem um efeito afrodisÃaco em tocar meu corpo, a primeira água que escorre então, é como uma mão estranha que me toca, assusta e excita. Ligando imediatamente depois uma série de terminações nervosas que chega ao ápice quando meus dedos procuram meu clitóris. Costumo fechar bem as coxas, retesando a musculatura, sem parar em nenhum momento de massagear-me com o dedo médio da mão direita. Com a mão esquerda à s vezes brinco com outras partes do corpo, o cu, os mamilos… Por um instante só meu, esqueço do mundo, ensurdeço, a vista cega e sinto a pequena morte chegar, ali, de pé, com as pernas enfraquecendo de tesão.
Tem muita coisa boa na vida, mas certamente nenhuma é tão gostosa quanto o orgasmo. Solitário, observado, em parceria, seja como for… Masturbar-se é bom demais.