Ontem um comentário do Jô me deixou encafifada. A entrevistada falava de cu, uma tese de mestrado que se transformou em livro. Ela falava do prazer feminino com o sexo anal em relações heterossexuais (esta explicação enorme foi ela que deu, viu?). E entre algumas coisas que falou mostrou uma foto de um cofrinho. Não sei em outras partes do paÃs, mas aqui no RJ chamamos de cofrinho o reguinho da bunda que fica a mostra quando a calça está um pouco arriada. Acho que ela mostrou aquilo para evidenciar a mente poluÃda do brasileiro. Só que ao perguntar, o Jô, que sempre sabe tudo (affffff), disse imediatamente: “Isto é o reguinho de seios!†e a escritora ficou frustradÃssima, porque esperava que dissessem que era o reguinho da bunda. E o Jô respondeu que pra ele foi fácil, a paixão dele não é bunda, mas seios. E continuou, disse inclusive que quando vê uma mulher de scarpin, e a fenda do dedão e segundo dedo se pronuncia além do recorte da gáspea (parte que cobre os dedos) rasa, ele simplesmente endoidece porque imagina seios apertados em um decote. E o que era um debate sobre cu, descambou para os seios. Como dizia Henfil, fetiche do outro é coisa estranha…
Cofrinho
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