Meus dezessete anos foram os mais intensos da minha vida em muitos sentidos, não apenas sexualmente, mas naquela época ousei tantas coisas que depois tive de dar uma travada. Do contrário nem sei onde eu iria parar. Nessa época, eu e minha amiga C., a mesma que protagoniza o post Safado, mas Gostoso, éramos terrÃveis. Só saÃamos juntas e até mesmo para os motéis, já que não podÃamos voltar para casa separadas. Éramos vizinhas, se a mãe de uma ouvisse o portão abrir, vinha saber se a outra estava junto quase pelo cheiro. Perdi as contas de quantos motéis fomos em dupla mais o cara, mesmo não partilhando a mesma cama, só para não dar bandeira para a famÃlia da outra.
Os pré-carnavalescos eram deliciosos. Creio que, como eu, todos imaginam que os carnavais passados eram melhores. Mais inconseqüência, menos violência, meu carnaval começava logo após o Reveillon, quando todas as sextas tinha o baile no clube. Na época, lembro que só andávamos em bando. Eu, C. e a irmã dela M. que já tinha namorado, mas sempre que podia dava uma escapadela pra cair no samba com a gente. Nós éramos loucas por uma famÃlia de quatro rapazes. Três irmãos e um primo, todos com a letra R. e só o primo M. Minha amiga C. chegou a mais tarde namorar um deles e eu de vez em quando saÃa com o primo, mas nunca foi nada sério. Nesta ocasião em especial, um dos irmãos R. estava com namorada e como a C. era terrÃvel, não sei como conseguiu marcar com ele de sair. Ele levaria a namorada em casa e voltaria. Nesse dia eu estava com o tal primo, que era lindo, mas costumávamos sair apenas dentro do clube, só beijo na boca. Apesar da minha liberalidade eu não vivia dando pra todo mundo. Alguns eram só namorinho mesmo. Este primo, o M., era só amasso mesmo. Só que diante da decisão da C. Acabamos decidindo ir ao motel também. A terrÃvel desculpa de só voltar junta…
Era uma época sem celulares, tudo tinha que ficar certinho, do contrário não tinha como combinar. Fomos para o motel eu, o M. e a C. e o R. só chegaria depois de deixar a namorada em casa. E chegando lá, o M. disse que ia tomar banho, ele só não esperava que eu e minha amiga fizéssemos o mesmo e ao mesmo tempo. Já no banho começamos a dar uma namorada gostosa, acariciando-o e beijando-o. Vou confessar uma coisa aqui, ao longo de anos foi tão natural sair a três eu, C. e mais alguém, sem nenhuma conotação homossexual entre eu e ela que, por incrÃvel que pareça, nessa época sequer me passava pela cabeça tocar ou ser tocada por outra mulher sexualmente. No entanto, em dupla éramos incomparáveis. Enquanto uma beijava a boca a outra chupava o pau. Ele endoidecia não sabendo que corpo tocar. SaÃmos do banho e fomos para a cama, esperando o R. que não vinha.
Na cama ficamos os três conversando e rindo. Ele dizia a cada cinco minutos que nunca tinha estado a três, quem dirá a quatro, que estava nervoso e tal. Foi quando a C. bem mais safadinha que eu percebendo a demora do seu “ficante†disse:
– O R. não chega, você terá que dar conta das duas – e recomeçou a brincar com o pau dele sorrindo.
Era a deixa, ele ficou quase imóvel, só percebendo aquelas duas bocas passear pelo corpo dele. Confesso que a minha excitação maior naquele dia foi o fato de chocá-lo. Via-se nitidamente que ele não esperava por nada daquilo. E apesar de parecer gostar, ele ficou tão nervoso que o pau não subia de jeito nenhum. Minha amiga sem dizer nada, fez uma menção com o olhar para o pau dele, que estava de olhos fechados e não percebeu. Ele parecia querer concentrar-se, mas não conseguia, já que eu tinha a xota enfiada na cara dele enquanto a C. mamava o pau. Ela arreganhou bem as pernas dele e foi descendo para chupar as bolas. Eu então continuei com a xota roçando naquela boca e barba já por fazer e parti para um 69, chupando aquele pau enquanto minha amiga sorvia as bolas delicadamente em sua boca, ele então se animou um pouquinho mais. Foi então que vendo aquele pau em todo o seu potencial, minha amiga correu para pegar uma camisinha e vestiu o moço. E quando sentiu isso ele deu um suspiro, sabia que uma de nós sentaria nele. Porque não as duas? Uma de cada vez? Virei então, tirando a xota de sua cara e metendo meus mamilos naquela boca, e nisso minha amiga encaixou-se na intenção de sentar no pau dele. Só que mais uma vez, e dessa vez para o resto da noite, o pau dele amoleceu e não ficou mais duro nem com reza forte. Acho que foi emoção demais, tadinho. Da experiência eu só guardo a lembrança do constrangimento dele, que pedia desculpas a cada minuto. Enquanto nós duas o abraçamos uma de cada lado e cochilamos um pouquinho antes de ir pra casa.
Quanto ao R.? A namorada desconfiou e resolveu dar pra ele no carro mesmo, na porta de casa. É claro que ele nem passou perto do motel. E o M. depois dessa história passou a evitar eu e a C. até para conversar. Broxar aos vinte e dois anos não deve ser para qualquer cabeça não…