Safado, Mas Gostoso

Ele era safado. Safado e gostoso. Safado, gostoso e que bicava todas. Safado, gostoso, que bicava todas, porque todas faziam propaganda dele umas para as outras. Motivo?! Ele era safado, gostoso, bicava todas, mas tinha um pau enorme. Enorme e grosso. Enorme, grosso e sabia usar. Ai, ai… (suspiro profundo aqui).

Lembrei dele a pouco porque meu mamilo coçava. Que doido… O que o mamilo coçar tem a ver com ele? Ah… Tem tudo a ver, ele era viciado em meus mamilos. Quer dizer, ele era viciado em mamilos femininos, qualquer um, desde que estivesse fácil. Fácil significava ao alcance de suas mãos, dedos, lábios, pau… Caramba! Como eu queria que ele tivesse acesso a esta minha lembrança, ele ia se divertir muito, como sempre nos divertia.

Lembrei de outra coisa, ele tinha uma namorada crônica, quando o conheci eles já namoravam, depois que perdemos contato eles ainda namoravam. Devem ter casado, sei lá, só sei que ele era uma delícia e sabia disso.

E voltando aos mamilos, lembrei de uma história interessante. Voltávamos eu, ele e uma amiga de uma festa de rua. Quem não é de subúrbio não sabe o que é, ou o que foram, essas festas que varavam as madrugadas com barraquinhas, música alta e gente saindo pelo ladrão. Como bom cavalheiro, e doido para tirar uma casquinha ele se candidatou a nos levar em casa. No meio do caminho, passando ao lado de um caminhão que ficava em um cantinho bem escuro da rua, ele, que estava de braços dados com as duas, nos conduziu ao vão entre o muro e o tal caminhão. E nós, entre risinhos, não dissemos não.

Não preciso nem dizer que ele, não sei bem como, quis beijar as duas, acariciar e endoidecer. E enquanto encoxava uma no muro, cheio de boca, mãos e língua, com a outra mão acariciava a bunda, xota o que estivesse livre e apalpável. A imagem vem perfeita em minha mente agora, como uma filmagem. Ele em determinado momento encostou eu e ela no muro, uma do lado da outra. À luz da lua ele olhou embevecido para nossos seios e disse: “Como são diferentes, como são lindos… Obrigada!” e dizendo isso lascou um beijo na minha boca, logo após na da minha amiga, imediatamente depois partindo para os nossos seios. Com os dedos acariciava nossos mamilos, e com a boca alternava a mamada hora em mim, hora nela. Era delicioso, principalmente, pelo fato de transgredir. Se tais amassos já eram mal vistos pela moral e bons costumes, quem diria tais amassos em duas ao mesmo tempo?! Ele era doido, e nós duas também.

Em determinado momento, no auge do tesão ele pediu que nós duas ficássemos de joelho diante dele, e que uníssimos nossos mamilos. Achamos meio doido, mas… assim fizemos. Ficamos de joelho, meio de frente pra ele, mas meio de lado uma pra outra, unimos nossos mamilos tão próximos que ficaram arrepiados roçando um no outro. Foi então que ele começou a masturbar-se freneticamente, e em cada punhetada a cabeça daquele pauzão batia em nossos mamilos. Lembro que ele ainda pediu que nos beijássemos, mas naquela época eu achava já bastante doido estar seminua com minha amiga recebendo punhetada nos peitos, quem dirá beijar-lhe a boca. Não fizemos, mas mesmo assim ele explodiu num gozo delicioso, esporrando todo o nosso colo. Ajoelhou-se diante de nós e massageou nossos seios melados de porra. Beijou a boca da minha amiga, depois a minha e por um tempo ficamos ali quietinhos, até nossa respiração voltar ao normal e enfim podermos rumar para as nossas casas.

É claro que aquela não foi a última vez que estive com ele. Como é claro também que não foi a primeira nem a última que ele esteve com ela. No entanto, com as duas foi a única vez. E mesmo não tendo rolado nada de mais… Foi tão bom. E o mais gostoso em lembrar disso tudo, é constatar que eu tinha apenas dezessete anos, mas já gostava e muito de uma sacanagem.