Emasculado

2956431-md.jpgDeitado na cama, eu sentei sobre ele e prendi seus braços com as minhas mãos, antes de dar-lhe um beijo na boca. Ele suspirou, não fazia idéia do que o esperava. Com as correntes e cadeados atei seus pulsos e logo depois as correntes à cama. Com os braços abertos e esticados ele me olhava profundamente, um misto de excitação e medo. Virei sobre seu corpo, colocando a bunda bem à mostra, exibição esta em que amarrado de nada valia, mas este era o grande barato, privá-lo dos movimentos, do instinto de acariciar-me. Continuei a atar seus tornozelos com as correntes à cama. E de pé, vi que tinha aos meus pés, à minha mercê, um homem deliciosamente indefeso e extremamente excitado.

Calmamente e sorrindo, peguei a sacola com nossos apetrechos pessoais. Tiras de couro, cadeados, correntes, velas e pregadores de roupa. Eu sempre fico fascinada quando entro em uma loja de 1.99, no entanto nada me fascina mais que pregadores de roupas, quanto mais tensão, melhor. Descobri uns ótimos naqueles varais de calcinha, que lembram um guarda-chuva aberto, cheio de pregadores pendurados. Aqueles são muito malvados. E eu então mais uma vez sentei sobre ele, a bunda bem próxima ao seu pau duro. Com a boca e língua chupei e mordisquei seus mamilos, para só então com as unhas beliscar e prender um dos malvados pregadores nele, repetindo o procedimento no outro sem nenhuma pressa.

Creio que já comentei aqui, que os pregadores de roupa têm um efeito de dor retardado. A dor a princípio é muito leve, quase um incômodo, para depois ir ficando mais aguda e só chegando ao auge quando se tira do local, mas até tirar… Hummmmm… Muita coisa ainda acontece.

Desci mais um pouco, dessa vez tendo o pau como meu objeto de tortura. Com uma tira de couro finalizada por duas argolas, atei-o com o cadeado, criando um efeito anel peniano. Amo ver um pau assim, fica duríssimo e pulsante. Cuidadosamente fui colocando os pregadores azuis um a um, segurando a pele do testículo e prendendo. É uma operação demorada, porque naquele momento, a minha intenção não é provocar dor, mas ansiedade. Calmamente eu fiquei de pé, dancei um pouco, com o pé brinquei mexendo os pregadores em seus mamilos, pau e bolas. Com os dedos do meu pé simulei um footjob e ele então gritou. Estava no ponto.

Eu havia preparado uma mordaça especial. Fui ao encontro de absorvente íntimo, apesar de não estar menstruada. Com calma tirei da sacola um lenço preto que uso para vendá-lo e bem no meio, enrosquei o absorvente nele. Fazia isso tudo olhando-o nos olhos e ele ansioso perguntava porque precisaria de uma mordaça. Eu sorria, falava alguma bobagem, e com carinho encaixei o absorvente repleto do meu sabor em sua boca, amarrando de maneira firme. Se ele gritasse o grito seria abafado.

Mais uma vez recorri à sacola e dessa vez retirei um plug anal, os olhos dele se arregalaram, sei o quanto odeia, já conversamos diversas vezes sobre isso, no entanto, ambos sabíamos que precisávamos. Só em imaginar que M. mesmo odiando permitiria ser enrabado me deixava de xota melada. Este é o meu barato em Dominação, saber que o outro se submete a tudo, por mim.

Mais uma vez sentei sobre ele, não sem antes roçar a xota e o cu em seu pau, mas sem sentar. Ele suava. Rocei meus seios sobre ele, brinquei com os pregadores dos mamilos, com o plug na mão acariciei seu corpo. E foi então que retirei a mordaça e em seu ouvido fiz a proposta.

– Quero enfiar este plug em seu cu, deixa?! – e ele desesperado, mas submisso, assentiu com a cabeça – Quer uma palavra de segurança? Se ficar insuportável paramos…

E foi então que ele disse pra mim a coisa mais linda que eu podia ouvir de alguém:

– Não Senhora, eu não quero palavra de segurança, eu confio… Odeio a situação, mas confio, sei que vou sofrer, vou sentir dor, mas apesar dos meus gritos, por favor, não pare, eu necessito…

Beijei mais uma vez sua boca e com amor dei uma lambida em seu suor, recoloquei o absorvente/mordaça em sua boca e disse:

– Tua dor será minha…

Coloquei KY em meus dedos e comecei a massagear seu cu de leve. Um ritual, um dedo, dois, três… Preparando-o para o que estava por vir. E enquanto dedava, masturbava de leve o pau, fazendo os pregadores baterem uns nos outros. Ele gritava de dor, um grito abafado. Ele sentia dor, tanto quanto sentia prazer. E percebendo que ele estava preparado, passei KY no plug e fui enfiando devagar. Ele se debatia na cama, mas não podia fazer muito além de gritar e quando enfim o plug estava completamente encaixado dentro dele, vesti a camisinha em seu pau e vendo suas lágrimas, ouvindo-o urrar de dor cavalguei-o como uma amazona nua em pêlo sobre o seu animal. Cavalguei livre até o meu gozo, um gozo tão intenso que também gritei. Deixando meu corpo repousar sobre ele, ainda encaixada em seu pau.

M. sofreu, chorou, foi humilhado, emasculado, mas me serviu bravamente. Foi escravo, capacho e meu brinquedinho de prazer. Não é à toa que ele é meu masoquista predileto.