As fotos surtiram o efeito desejado, pouco depois de enviá-las pelo e-mail pessoal em pleno horário de trabalho, recebo a resposta:
Minha Deusa,
ver as fotos do seu corpo, suas partes Ãntimas, seus pés maravilhosos, me deixou doido a esta hora do dia. Que fotos incrÃveis. Fechei os olhos e imaginei minha boca a percorrer todo seu corpo desde ponta dos dedos dos pés, passando pela sua deliciosa flor que guarda entre as coxas até os seus seios de mamilos rijos, terminando por me perder completamente em um beijo profundo nessa sua boca carnuda e sensual. A excitação foi tamanha que não agüentei, imprimi as fotos rapidamente e corri para o banheiro do escritório para prestar-lhe uma devida homenagem, uma profunda masturbação. Mudo, sem grandes alardes, pois alguém poderia ouvir. O lÃquido veio em abundância, sem jato, apenas o esperma que escorreu vagarosamente pela abertura do pau. Eu te pertenço, te idolatro, te venero e te adoro. O chão do banheiro ficou repleto de leite. Leite que limpei do chão, ajoelhado, como que se humilha e se prostra a seus pés. Continuo bastante tenso, sem me concentrar, as vezes sinto vontade de me rastejar agora, até a Senhora…
Seu escravo, M.
Depois que li o e-mail fiquei cheia de orgulho. Quem não se sentiria honrada em ler tão deliciosas palavras?! Atingi meu objetivo e mesmo longe dele me fiz presente. Imediatamente após receber e ler a mensagem, respondi:
Meu escravo,
Quem mandou você se masturbar? Por acaso dei autorização? Não é à toa que você tem mesmo que ser disciplinado severamente. Se você é meu, a tua masturbação também é minha, o teu prazer me pertence e mesmo o lÃquido que escorre do teu pau é meu. Quero que esteja ciente que será punido por este ato egoÃsta. É claro que a homenagem foi bela, mesmo que previamente não tenha sido concedida. No entanto, de agora em diante todas as vezes que desejar se masturbar, seja a qualquer hora do dia ou da noite, deverá me ligar para pedir permissão e só fazer caso eu conceda.
Sua Senhora.
Exatamente às 18:32h, hora que ele chega em casa o telefone toca:
– Oi B. Sou eu M., peço perdão por tão vergonhosa falha. Eu realmente te pertenço e necessito ser disciplinado. Estou te ligando porque passei hoje por uma situação crÃtica, hoje não consegui me concentrar no trabalho e fiquei em ereção por todo o dia, cheguei a passar vergonha em alguns instantes. Te liguei porque preciso que necessito masturbar-me, meu pau lateja, minhas bolas doem e eu só penso em você, só penso em render-lhe mais uma homenagem. Me autoriza?
Aqui, do outro lado da linha eu exultava, o desespero da voz dele era tal que pela sua respiração ofegante eu podia imaginar que ele já estava a se tocar enquanto falava comigo. Mais uma vez fiquei feliz. M. estava a cada momento mais submisso e aquilo me excitava profundamente. Foi então que falei:
– Você está sozinho em casa? – Perguntei secamente.
– Sim estou – ele falava ofegante.
– E tenho certeza que é tão pervertido que está já agora com o pau na mão, esperando apenas o meu comando para dizer que pode, e derramar essa porra rala no chão, não é mesmo?
– …
– E se eu dissesse que não? – falei zombeteira.
– Por favor, B. eu imploro…
– Posso dizer não e você teria que parar com essa punheta agora. – falava calmamente – Afinal de contas, se o seu maior desejo é me servir e obedecer, pararia agora, mesmo completamente frustrado, não é mesmo?
– Sim… Sim B… Tenho mesmo que ser punido pelo que fiz esta tarde… – falou resignado.
– No entanto, sou eu quem manda e não você, sou eu quem escolhe se você deve ou não masturbar-se e eu exijo que se masturbe agora! Que deixe essa porra escorrer por entre seus dedos, que lambuze todo o chão… – eu ouvia que do outro lado da linha ele gozava, mas continuei – e quando este chão estiver todo melado, para o teu castigo eu exijo apenas uma coisa.
– O que B. ? – ele disse num fiapo de voz.
– Exijo que lamba toda a porra que mela o chão. Você vai lamber e beber, para nunca mais esquecer que sou eu quem mando em você, até mesmo no teu prazer.
– Mas B… – ele tentou argumentar.
– Lamba e não reclame. E não pense que me engana, lembre-se que se enganar, não engana a mim, mas a si mesmo e à sua proposta em servir-me por completo.
– Sim B… Eu vou lamber e beber minha porra que está no chão.
– Quero mais… Quero que faça uma foto, com data e depois envie pra mim. Quero vê-lo realmente humilhado para que aprenda a nunca mais masturbar-se sem a minha permissão.
– Sim B… Eu farei isso.
Menos de uma hora depois a foto estava em minha caixa de entrada, e vendo a cena me masturbei deliciosamente.