
C. é o tÃpico putanheiro, como diria minha amiga. Ao longo de uma vida ela o conheceu, trabalharam juntos alguns anos e depois ficou a amizade. Conhecia famÃlia, esposa, filhos e netos. Sim! Netos. Com mais de setenta anos C. se orgulhava em ter vivido bem e bem vivido. Produto de uma outra sociedade, ainda era do tempo que havia matriz e filial, sempre soube administrar muito bem a putaria e administra até hoje. Se há um homem que eu sexualmente admiro é ele, pois apesar da impotência e incompatibilidade ao viagra, ele há muito descobriu que sexo é mais que pau dentro e aprendeu que gozar dando prazer é o máximo.
Publicitário, fotógrafo e dono de uma inteligência e personalidade deliciosa. Conheci C. em uma tarde na casa da minha amiga, a muito já sabÃamos um do outro por intermédio dela e me encantei pelo bom papo e safadeza explÃcita. Aliás, safadeza tem que ser explÃcita e nem por isso grosseira. Sexo é sexo, não há muitos rodeios não. Quanto mais a gente rebusca, mais se afasta da essência, do instinto.
Naquela tarde, ele fez a proposta e nós aceitamos. Fazer uma sessão de fotos o mais explÃcita que pudesse, serÃamos como aquelas modelos de revista pornô bem vagabunda, a ralé da ralé. Daquelas mulheres que se arreganham e expõem até o útero e aquilo nos excitava profundamente. Escolhemos um cantinho da sala onde seria a locação, nos despimos e enquanto fazÃamos isso com uma naturalidade absurda, ele com a câmera de vÃdeo na mão fazia o making off. Senti-me em Sex, Lies & Videotape. Ele perguntava umas coisas bem safadas, do tipo: “Como você faz para se masturbar? Massageia o grelinho com o dedinho ou prefere introduzir coisas?â€, e eu naturalmente ia respondendo uma a uma as mais ousadas perguntas.
Fizemos inúmeras poses. Acariciando-nos, chupando, mamando os seios, de quatro com uma arreganhando a xota e a bunda uma da outra, tudo para que ele pudesse fazer o melhor close up. Nos divertÃamos como três crianças, só que um divertimento adulto, que mela entre as pernas, eriça o mamilo e mela o pau. Em determinado momento eu propus:
– Quer que eu me masturbe pra você ver?!
– Adoraria! – ele respondeu de imediato.
E assim eu fiz. Abri as pernas e comecei a me tocar. A xota já estava tão melada de tesão com a exibição, que eu molhava os dedos em meu próprio suco para lubrificar melhor a área massageada. Minha amiga ficou ao meu lado fazendo o mesmo, pegou dildos de diferentes tamanhos para que enfiássemos. Enquanto ele fotografava freneticamente. Deixou a câmera de vÃdeo filmando sozinha e só ouvÃamos os clics, muitos, vários. Ele ia explorando diferentes ângulos e se deliciando com tudo aquilo. Foi então que eu fiz uma outra proposta:
– Larga esta máquina, vai… Mete este pau de borracha em mim enquanto me chupa, quero gozar na tua boca! – e ele imediatamente obedeceu.
Foi então que minha amiga safadamente percebeu a excitação dele e, mesmo sem uma ereção satisfatória, ela mamou o pau de C. com vontade. Ele chupando minha xota, me fodendo com o dildo e ela mamando o pau dele com a carinha mais safada do mundo. Cheios de tesão, gozamos, bebendo os sucos um do outro. Um gozo de ver estrelas no meio do dia.
Aquela tarde foi inesquecÃvel, felizmente foi tudo registrado em foto e vÃdeo. Ainda hoje quando revejo as fotos ou assisto ao vÃdeo me masturbo gostosamente. Aquela sessão ficará pra sempre na memória.