
– Já tomou surra de toalha? – perguntei a R., um amigo masoquista apaixonado por mulheres fortes e malvadas.
– Surra de toalha? – ele perguntou meio evasivo.
– Sim… Tinha uma fulana, esposa de um polÃtico nordestino que batia no marido de toalha. Nossa, eu acho o máximo. Ela molhava, torcia e depois… Vapt! Fiquei sabendo que machuca na hora, dói pra caramba , mas não deixa marcas depois – fui dizendo toda empolgada, como quem narra um filme que gostou muito.
– Hmmm… Já ouvi falar dessa história – ele só me dizia meio sorrindo.
– Quero te dar uma surra de toalha, deixa?! – falei ficando de pé, nua na cama, igual criança pedindo para ir ao parque – Só que eu quero bater muito, não quero ouvir reclamação, quero te bater muito, até você ficar de bunda vermelha… Deixa, vai?!
– Está bem, eu deixo! – consentiu fingindo um certo descontentamento, mas no fundo eu sabia que ele estava amando a minha proposta.
– Oba!!! – eu gritei toda alegrinha, tascando um beijo e procurando uma toalha boa para a surra.
Toalha encontrada, olhei para um arco que dividia a sala e a piscina e falei:
– É aqui, fica paradinho, abre os braços e as pernas e fecha os olhos, vai… – toda excitada com a brincadeira nova.
– Mas B. pra que fechar os olhos?
– Cala a boca R., deixa de reclamar, você é muito reclamão e eu não quero que se esquive das toalhadas. Fecha o olho e espera.
Molhei a toalha, torci, mirei e no primeiro vapt da toalha ele riu, dizendo que não doÃa. Respirei fundo, não há nada que eu odeie mais do que ver alguém zombando da minha força. Torci novamente a toalha e dessa vez já sabendo a distância exata entre meu braço, a toalha e ele, tasquei outra toalhada e dessa vez ouvi um “aiâ€.
– Não dói né?! – e sorrindo iniciei uma série de toalhadas molhadas. Não há como explicar este prazer. É claro que ele reclamava, se esquivava, mas eu estava sempre buscando um novo ângulo. Descobri que quando batia só com a pontinha da toalha doÃa mais e ele gritava, isso me divertia horrores. Era como se eu estivesse brincando de ser malvada e ele de apanhar, só que eu realmente batia e muito e ele apanhava, não tão quietinho e agora não mais sorrindo.
É claro que eu não sou doida, quando vi que estava com a bunda e coxas realmente vermelhas, parei. Aproximei-me dele e com a mão acariciei a área vermelha, senti a quentura da surra. Aquilo me deu um tesão. Encostei meus seios nus em suas costas e em seu ouvido disse bem safadinha:
– Hummmmmm… Essa surra me deu um tesão. Vem me chupar, vem?! – e nisso puxei-o novamente pra cama pra apagar o fogo que a surra nele só ajudou a acender.