
TaÃ! Se existisse um PROCON para assuntos sexuais estarÃamos perdidos. Quem de nós um dia já não ficou a desejar em alguma performance sexual. Renato Russo já dizia: “Sexo verbal não faz meu estilo. Palavras são erros, e os erros são seus. Não quero lembrar que eu erro tambémâ€, mas como essa é minha biografia não autorizada, posso me dar ao luxo de abusar um pouco nas crÃticas minimizando as minhas culpas.
Quando fui ao encontro de L. no shopping, a surpresa não poderia ser mais agradável. Moreno, 1.90m, rosto másculo, corpo atlético e dono de uma boca… Hummmmm… Que boca! Juro que bateu até aquela leve insegurança do tipo, o que ele iria achar de mim, mas felizmente dois segundos depois já fui tomada novamente por mim e engatamos um papo delicioso. Além daquilo tudo que já descrevi, pessoalmente L. era ainda mais agradável do que ao telefone. Inteligente, solÃcito, espirituoso, a tarde foi ótima. E quando no começo da noite ele me deixou no terminal rodoviário (eu morava em outra cidade), ele me deu um beijo, mas um senhor beijo, um beijo daqueles que levaria qualquer mulher a umedecer a calcinha. Comigo não foi diferente. O encontro terminou marcando o seguinte, e ali, naquele momento, eu pensei: “Se o beijo era aquilo tudo, imagina o resto!†e na semana seguinte eu suspirei sonhadora cada vez que pensava no moreno, alto, bonito e sensual.
Passei a semana meio ansiosa. Felizmente pareci agradar a ele também. As conversas ao telefone esquentaram depois do encontro. Não contei quantas vezes me masturbei naquela semana lembrando da boca, lÃngua e mãos. Era impossÃvel pensar naquela boca sem imaginá-la a beijar todo o meu corpo, lambendo, provando cada pedacinho de mim. E quando o dia do encontro finalmente chegou, eu já havia trepado inúmeras vezes com L.
em pensamento. Já éramos Ãntimos e ele nem sabia.
O encontro foi em uma sexta, depois do trabalho, morávamos em cidades diferentes. Cheguei cansada, foi uma semana daquelas, e ao que parece para ele também. O reencontro foi digno de cena de cinema, juro que teria dado pra ele ali, no carro de tanta atacação que estava, sua boca e mãos eram realmente maravilhosas, L. me deixou literalmente no cio. DeverÃamos naquele momento ter ido pra cama e matar logo a vontade um do outro, mas a civilidade foi maior e fomos a um barzinho ouvir música ao vivo e bebericar umas coisinhas.Em tempo, eu não bebo! Só mesmo águas e sucos e muito excepcionalmente um ótimo vinho e ocasiões especiais.
No barzinho a conversa estava boa, mas as carÃcias sob a mesa estavam bem melhores. Ele tomou uns quatro chopes e eu dois sucos de abacaxi. Tenho a felicidade de não precisar de nem uma gota de álcool para ficar mais saidinha, mas percebi que ele era mais tÃmido que eu. Quando vi que a hora passava e ele não se decidia a nada, olhei em meu relógio e disse queestava em minha hora, do contrário não haveria mais condução para minha casa. Os olhos dele então brilharam, acho que ele amou a deixa e fez o convite: “Passa a noite comigo!â€
Convite feito, motel escolhido, chegando lá o chamei para um banho a dois, mas ele disse que ia pedir alguma coisa para beber, que eu fosse primeiro. Fui, esperei e ele não vinha, terminei o banho e quando cheguei no quarto, L dormia de roncar e eu não acreditei no que vi. A princÃpio pensei que ele estava brincando, mas logo depois percebi que não. Tentei acordá-lo com deliciosas carÃcias. Seu pau chegou a crescer dentro da minha boca, mas consciência que é bom, nada! Ele apenas roncava e de vez em quando balbuciava que não entendia todo aquele sono.
Resultado?! Terminei a noite nua, ao lado daquele homem delicioso, me masturbando tão solitária quanto na semana que passei a sonhar com aquele momento. Quando L. acordou algumas horas depois, fez uma brincadeira de muito mau gosto dizendo que eu havia aplicado nele um “boa noite cinderelaâ€. Fiquei com muita raiva, e séria, disse que sempre preferi trepar com homens acordados. Que já até havia visto crises de sono, mas depois de saciados, nunca antes. Bem que ele tentou se redimir, mas aà quem não queria era eu. Não havia mais clima.
Durante muito tempo ele me ligou querendo voltar a sair, eu não quis. Sei que fui birrenta, mas… Sou assim. Ele teve a chance dele, mas desperdiçou. Para me satisfazer com masturbação, faço sozinha! Não preciso de um homem a roncar ao meu lado. Sei que também já tive o meu momento de ser propaganda enganosa, mas esta vai ser outra história.